quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

O Código Sekreto do Anônimo

Anônimo é legião. Anônimo não perdoa. Anônimo não esquece.
Anônimo é desprovido de humanidade, moralidade, pena ou piedade.
Anônimo age como um, por que nenhum anônimo sozinho é cruel como Anônimo.
Anônimo não pode ser ferido, não importa quantos anônimos morram em batalha.
Anônimo leva toda tentativa de ferir Anônimo à sério.
Anônimo é inimigo de todos que não são Anônimo.
Anônimo está acima da lei.
Anônimo só faz Coisas Sérias.
Anônimo está em toda parte.
Anônimo não pode ser numericamente superado.
Anônimo reforça suas forças conforme o necessário.
Anônimo não tem fraquezas ou falhas.
Anônimo explora todas fraquezas e falhas.
Anônimo não considera nada sagrado.
Anônimo não é seu amigo.
Anônimo não é seu exército pessoal.
Anônimo está no controle o tempo todo.
Anônimo não aceita falhas, Anônimo entrega.
Anônimo não tem identidade.
Anônimo não pode ser traído.
Anônimo é igual a todos anônimos.
Anônimo é uma escolha.
Anônimo segue o Código.

Programação de qualidade

E hoje, no TV Fama...






Eu comeria.

Céu e Inferno

Os europeus dizem que no Paraíso, os policiais são britânicos, os cozinheiros italianos, os mecânicos alemães, os amantes franceses e os administradores suíços, e que no Inferno, os policiais são alemães, os cozinheiros britânicos, os mecânicos franceses, os amantes suíços e os administradores italianos.


Utilizando esta lógica, cheguei a conclusão de que o Paraíso e o Inferno sulamericanos são qualitativamente iguais, pois de qualquer forma, é inevitável que os policiais sejam brasileiros e os mecânicos paraguaios. E as chances dos amantes serem equatorianos e os administradores serem argentinos também são altas.

Reciclagem

Faça na blogosfera você também: reaproveite posts que não deram certo.

No donut for you

Sem idéias para escrever nada neste momento. OK, isso é mentira, mas tenho quase certeza de que, se começar a escrever algo mais substancial, vou parar no terceiro parágrafo.

Vou dar uma saída. Se me ocorrer algum pensamento brilhante (o que não é tão incomum assim em se tratando de minha pessoa), posto aqui no blog. Ou não.

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

O tesouro no fim do arco-íris

O ouro dos duendes no final do arco-íris não era exatamente o que eu imaginava...

Da série "A realidade supera a ficção" (parte 23)

Se lembram do nosso amigo bode? Pois é, encontrei um parente dele.

As semelhanças são impressionantes.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

Boas novas

Comprei um copo novo para meu liquidificador. 44 reais. Espero não quebrar esse.

sábado, 26 de janeiro de 2008

Ataque dos Webcomics - Zerg Rush

Amanhã estarei voltando para Caxias do Sul, o que significa dizer que estarei longe do meu computador de Porto Alegre, longe da minha pasta de Favoritos da Internet e longe da grande maioria dos webcomics que gosto de ler. Para compensar este problema, fiz uma atualização monstruosa da série "Ataque dos Webcomics". Reconheço que estava pensando mais em mim do que em quem lê esse negócio quando entrei em modo berserker de atualização, mas e daí? Aproveitem.

Ataque dos Webcomics (Parte 15)

The Phoenix Requiem

Em uma terra gelada, em uma era industrial, um homem ferido aparece na pacata e humilde vila de Esk. Fugindo de um passado que ele gostaria de esquecer, ele logo se torna amigo de Anya, uma jovem que luta para se tornar médica, apesar da censura de seus pais e seus amigos por seguir caminho tão pouco ortodoxo.

Quando os velhos e os fracos começam a morrer por causa de uma terrível e maldita praga, e as almas dos mortos começam a vagar pelas ruas desertas, as pessoas começam a rezar, e esperar que os grilhões que prendem os espíritos da magia, aprisionados por traidores, se rompam e voltem ao mundo neste tempo de necessidade.

Da mesma autora de "Inverloch".

Ataque dos Webcomics (Parte 14)

Inverloch

A história deste webcomic é sobre Acheron, um jovem membro da raça dos Da'kor. Ao contrário da grande maioria de seus irmãos de sangue, Acheron é sensível e avesso a brigas, sendo até considerado efeminado por seus pares. Após se encontrar com uma elfa numa floresta, Acheron se vê em uma jornada para encontrar Kayn'dar, outro elfo, desaparecido por 12 anos. Nesta aventura, Acheron aprende que o mundo que vive é muito diferente do que ele imaginava - cheio de preconceitos, segregação racial e perigos ocultos em cada beco. E a verdade por trás do desaparecimento de Kayn'dar é mais surpreendente do que qualquer um pode imaginar.

Desenhos muito bem feitos por Sarah Ellerton, com uma história envolvente e nada previsível. A história foi terminada na metade de 2007, o que descarta a necessidade de esperar por atualizações.

Ataque dos Webcomics (Parte 13)

VG Cats

Video Game Cats não conta uma história linear, mas as diversas incursões dos gatos Leo e Aeris, e uns outros doentes por aí (especialmente Dr. Hobbo, neurocientista e mendigo), pelo mundo dos videogames, especialmente os da Nintendo. O cara que desenha VG Cats é meio preguiçoso, e o negócio dá trabalho, então é bem pouco atualizado. Mas acho que vale a pena ler tudo desde o primeira tirinha.

Ataque dos Webcomics (Parte 12)

Least I Could Do

Apesar de ser dos mesmos criadores de "Looking For Group", "Least I Could Do" é bem diferente. Para começo de conversa é mais antigo, pois é publicado desde fevereiro de 2003, uma tirinha todos os dias úteis da semana. As tirinhas são mais curtas e não se passam em um mundo de fantasia (strictu sensu, pelo menos). A história que acompanhamos é de Rayne Summers, hiperativo, portador de síndrome de déficit de atenção, ultra-sincero, despudorado, completamente sem noção, maior garanhão dos webcomics, consumidor compulsivo de camisinhas e figurinha tarimbada na clínica de DSTs. Apesar de sua tendência de sacanear os amigos pelo prazer de sacanear, ele ainda é leal, bondoso e justo. Uma peça rara.

A qualidade dos desenhos é sempre boa, mas vai melhorando conforme o tempo e o desenhista (LICD teve pelo menos três ou quatro), e as piadas são ótimas (geralmente). Confiram.

Ataque dos Webcomics (Parte 11)

Wayfarer's Moon

Wayfarer's Moon é uma história fantástica, que acontece no mundo de Lachryn, sobre as aventuras de Lili, uma moça ingênua que teve os pais mortos em um misterioso ataque a seu vilarejo, e por um capricho do destino acabou se encontrando com Iri, uma experiente guardiã (ranger, em inglês) que torna-se sua amiga, protetora e tutora nas artes da guerra (a primeira cena de treino delas é, pessoalmente, incrível). A sina de ambas é um mistério, mas com certeza não será tranqüilo. Acho importante falar que, na mitologia do webcomic, Wayfarer's Moon é uma estrela guia, bem como o Cruzeiro do Sul e a Estrela Polar, que indica o caminho certo para os viajantes perdidos.

Ataque dos Webcomics (Parte 10)

Indefensible Positions

Como o próprio autor define, "Indefensible Positions" é uma história de filosofia super-heróica. Acompanhamos a história de Foil, um rapaz que iria começar sua vida de universitário, mas que ouve um chamado para um destino muito diferente e maior do que ele jamais havia imaginado. O autor provavelmente leu muito sobre filosofia existencialista e física quântica (incluíndo aqui "O Segredo" e "Quem Somos Nós?" - sem julgamentos). Ritmo envolvente, sempre surpreendente. Recomendo.

Timinho da moda...



... é foda, hein!

sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

Salvem o mundo!

Clicando aqui! Falando sério agora, me inspirei no Huginn e criei minha própria Mini City - Nova Arcadia. Cliquem no link e ajudem minha cidade a prosperar!

Hoje eu acordei pra fazer merda

Fiz a chinelagem que prometi fazer, mas a coisa não foi tão chinela como esperava. Não acho que vale a pena escrever algo sobre o episódio, então fica para a próxima vez que eu fizer alguma merda realmente doente.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

Da série "A realidade supera a ficção" (Parte 22)

Gótico é proibido de entrar em ônibus por levar noiva na coleira



Um gótico britânico que levava sua namorada pela coleira na região de West Yorkshire, no norte da Inglaterra, foi impedido de entrar em um ônibus porque o motorista temia pela segurança dos passageiros. Dani Graves, de 25 anos, e sua noiva, Tasha Maltby, de 19, alegam que foram discriminados pela empresa de ônibus Arriva. O casal afirma que foi expulso de um ônibus e impedido de entrar em outro. A companhia afirma que outros passageiros poderiam correr riscos caso o ônibus tivesse que frear de repente. (...) "A Arriva leva a sério qualquer alegação de discriminação e questionou o motorista do ônibus a respeito da acusação de Graves", disse o diretor de operações da companhia de Yorkshire, Paul Adcock.
"Nossa primeira preocupação é com a segurança do passageiro e, embora o casal seja bem-vindo em qualquer viagem de nossos ônibus, pedimos que a senhorita Maltby retire a coleira antes de embarcar", acrescentou a empresa. "Pode ser perigoso para o casal e para outros passageiros se o motorista tiver que frear repentinamente e a senhorita Maltby estiver usando a coleira", diz o comunicado. A companhia também informou que vai enviar a Graves "um pedido de desculpas por qualquer incômodo causado pela forma com a questão foi tratada".

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O motorista deve ter achado que o noivo estava na ponta errada da coleira.

Hoje eu acordei pra fazer merda - Prólogo da Chinelagem

Amanhã vou aloprar e fazer uma loucura com há tempos não faço, e vou escrever um post sobre isso. Aguardem.