sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

Cansei!

É gente, cansei. Inspirado pelo comentário que a Bárbara deixou no meu último post, decidi parar de atualizar por atualizar, e vou tirar umas férias do R&A. Enquanto isso, vou dar mais atenção para o outro blog do qual participo, o Amoladores de Facas, que anda meio negligenciado, tanto por e pelos outros colaboradores, quanto pelos leitores. Pretendo escrever com maior profundidade do que tenho feito aqui sobre Psicologia, Filosofia e ciência em geral, assuntos que no momento me interessam muito mais do que cartazes motivacionais com o Beckham fazendo cara de espanto.

Até mais ver!

P.S.: Este foi meu post de número 300. Pensei em fazer uma piada com o Rei Leônidas de Esparta, mas deixa isso pra lá.

quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

Mal-estar no Roqueiro & Alcoólatra

Meus últimos posts foram só abobrinha. Peço que me desculpem por isso. Quando o blog ainda era novo, imaginava que meu papel seria escrever poucas vezes por semana, mas artigos complexos, de qualidade. Mas não foi bem assim que funcionou, nem como funciona agora. Somos em cinco no blog. Desses cinco, três têm trabalhos fixos: Rainmaker trabalha numa loja de departamentos, o Huginn numa escola de ensino médio e a Lady Hell eu não faço a menor idéia, mas deve ter alguma coisa com computadores. Sobram Anônimo e eu. Do mais novo postador do R&A, não posso falar absolutamente nada, por que:

1) Eu não conheço ele pessoalmente;
2) Provavelmente ele não gostaria que eu falasse da vida pessoal dele;
3) E é melhor que continue dessa maneira.

Resta eu, Andarilho. Sou estudante em tempo integral de férias, o que me garante uma pá de tempo livre para escrever textos originais e desbravar as interwebs atrás de imagens, vídeos, sites, notícias e outras coisas dignas (ou não) de mostrar aqui. Talvez eu consiga uma bolsa de extensão no começo do ano letivo, mas esta bolsa será meu salário como editor do Psiu, coisa que já faço de graça agora, então, a única coisa que mudará vai ser que terei que estar sempre disposto a fazer tudo pelo Psiu. Já era assim antes, mas se eu não quisesse fazer nada, eu podia. Se essa bolsa aparecer, isso acaba.

Resumindo tudo em poucas palavras: sou o único postando aqui regularmente. Seria de imaginar que, num blog com uma equipe de cinco pessoas, essas cinco pessoas fizessem, o quê? Um post por dia cada, ou um post a cada dois dias. A idéia é que, quanto mais gente escreva em um blog, há maior diversidade de opiniões e menor carga de trabalho individual. Eu tenho postado, sozinho, três vezes por dia em média nos últimos 15 dias (ou mais). É óbvio que tenho mais tempo livre que o pessoal que trabalha, mas a jornada de trabalho ocupa só(!) um terço do dia. Outro um terço é ocupado pelo sono. Sobram ainda oito horas de tempo não ocupado por trabalho. Digamos que dessas oito horas, apenas a metade (quatro horas) sejam de tempo genuinamente livre. Será que dá tempo de escrever alguma coisa? Pessoalmente, acho que dá.

Tomei como obrigação minha manter o blog sempre atualizado, e manter uma média razoável de posts diários. Mas fazer isso quase sozinho é triste, até mesmo deprimente. Sinto-me abandonado pelos outros. Gente, eu sei que vocês trabalham duro, mas dá pra escrever alguma coisinha aqui de vez em quando?

Beckham e a linguagem de sinais


Portões de Granma


Sortes do Orkut que gostaríamos de ver por aí

Sorte de hoje: você vai receber uma mensagem alegre hoje - mas quando você for ler, vai ver que é só uma promoção da Vivo.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

Faces de Anônimo IV


Faces de Anônimo III


Faces de Anônimo II


















Lembre-se de mim quando andar na rua e sentir um calafrio.

Faces de Anônimo


O Código Sekreto do Anônimo

Anônimo é legião. Anônimo não perdoa. Anônimo não esquece.
Anônimo é desprovido de humanidade, moralidade, pena ou piedade.
Anônimo age como um, por que nenhum anônimo sozinho é cruel como Anônimo.
Anônimo não pode ser ferido, não importa quantos anônimos morram em batalha.
Anônimo leva toda tentativa de ferir Anônimo à sério.
Anônimo é inimigo de todos que não são Anônimo.
Anônimo está acima da lei.
Anônimo só faz Coisas Sérias.
Anônimo está em toda parte.
Anônimo não pode ser numericamente superado.
Anônimo reforça suas forças conforme o necessário.
Anônimo não tem fraquezas ou falhas.
Anônimo explora todas fraquezas e falhas.
Anônimo não considera nada sagrado.
Anônimo não é seu amigo.
Anônimo não é seu exército pessoal.
Anônimo está no controle o tempo todo.
Anônimo não aceita falhas, Anônimo entrega.
Anônimo não tem identidade.
Anônimo não pode ser traído.
Anônimo é igual a todos anônimos.
Anônimo é uma escolha.
Anônimo segue o Código.

Programação de qualidade

E hoje, no TV Fama...






Eu comeria.

Céu e Inferno

Os europeus dizem que no Paraíso, os policiais são britânicos, os cozinheiros italianos, os mecânicos alemães, os amantes franceses e os administradores suíços, e que no Inferno, os policiais são alemães, os cozinheiros britânicos, os mecânicos franceses, os amantes suíços e os administradores italianos.


Utilizando esta lógica, cheguei a conclusão de que o Paraíso e o Inferno sulamericanos são qualitativamente iguais, pois de qualquer forma, é inevitável que os policiais sejam brasileiros e os mecânicos paraguaios. E as chances dos amantes serem equatorianos e os administradores serem argentinos também são altas.

Reciclagem

Faça na blogosfera você também: reaproveite posts que não deram certo.

No donut for you

Sem idéias para escrever nada neste momento. OK, isso é mentira, mas tenho quase certeza de que, se começar a escrever algo mais substancial, vou parar no terceiro parágrafo.

Vou dar uma saída. Se me ocorrer algum pensamento brilhante (o que não é tão incomum assim em se tratando de minha pessoa), posto aqui no blog. Ou não.

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

O tesouro no fim do arco-íris

O ouro dos duendes no final do arco-íris não era exatamente o que eu imaginava...

Da série "A realidade supera a ficção" (parte 23)

Se lembram do nosso amigo bode? Pois é, encontrei um parente dele.

As semelhanças são impressionantes.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

Boas novas

Comprei um copo novo para meu liquidificador. 44 reais. Espero não quebrar esse.

sábado, 26 de janeiro de 2008

Ataque dos Webcomics - Zerg Rush

Amanhã estarei voltando para Caxias do Sul, o que significa dizer que estarei longe do meu computador de Porto Alegre, longe da minha pasta de Favoritos da Internet e longe da grande maioria dos webcomics que gosto de ler. Para compensar este problema, fiz uma atualização monstruosa da série "Ataque dos Webcomics". Reconheço que estava pensando mais em mim do que em quem lê esse negócio quando entrei em modo berserker de atualização, mas e daí? Aproveitem.

Ataque dos Webcomics (Parte 15)

The Phoenix Requiem

Em uma terra gelada, em uma era industrial, um homem ferido aparece na pacata e humilde vila de Esk. Fugindo de um passado que ele gostaria de esquecer, ele logo se torna amigo de Anya, uma jovem que luta para se tornar médica, apesar da censura de seus pais e seus amigos por seguir caminho tão pouco ortodoxo.

Quando os velhos e os fracos começam a morrer por causa de uma terrível e maldita praga, e as almas dos mortos começam a vagar pelas ruas desertas, as pessoas começam a rezar, e esperar que os grilhões que prendem os espíritos da magia, aprisionados por traidores, se rompam e voltem ao mundo neste tempo de necessidade.

Da mesma autora de "Inverloch".

Ataque dos Webcomics (Parte 14)

Inverloch

A história deste webcomic é sobre Acheron, um jovem membro da raça dos Da'kor. Ao contrário da grande maioria de seus irmãos de sangue, Acheron é sensível e avesso a brigas, sendo até considerado efeminado por seus pares. Após se encontrar com uma elfa numa floresta, Acheron se vê em uma jornada para encontrar Kayn'dar, outro elfo, desaparecido por 12 anos. Nesta aventura, Acheron aprende que o mundo que vive é muito diferente do que ele imaginava - cheio de preconceitos, segregação racial e perigos ocultos em cada beco. E a verdade por trás do desaparecimento de Kayn'dar é mais surpreendente do que qualquer um pode imaginar.

Desenhos muito bem feitos por Sarah Ellerton, com uma história envolvente e nada previsível. A história foi terminada na metade de 2007, o que descarta a necessidade de esperar por atualizações.