segunda-feira, 5 de março de 2007

Da Série "Orkut a ver com as calças" (Parte 4)

Primeiro post dessa série feito por mim! Enfim, ao que interessa.

Título da mensagem: FEITA PARA O ESTUPRO

A mensagem avisa sobre a droga progesterex, que é usado para esterilizar animais grandes."Estas pessoas sem escrúpulos conseguem obter este produto muito
facilmente em qualquer Faculdade de Veterinária.", como diz na mensagem. Ela estaria sendo usada junto com a droga Rophynol em festas. O Rophynol serve para apagar a memória da mulher, e o progesterex para esteriliza-la, "Desta forma, o violador não tem que se preocupar com testes
de paternidade para ser identificado meses depois".
Na mensagem há o relato de uma vítima:

"No outro dia amanheceu em um quarto de motel totalmente nua, entre quatro
homens desconhecidos, apavorada e sem conseguir se mover (pois como a
droga inibe o sistema nervoso central ela provoca a paralisia parcial nas pernas
por até 8 horas após o fim da amnésia), ligou para que seu noivo fosse buscá-la,
depois do exame de corpo delito, foi encontrado esperma de oito (8) Homens
diferentes que transaram com ela naquela noite enquanto estava desacordada."


OK, agora, comentários e perguntas:

1 - Tá, a droga pode ser facilmente encontrada em faculdades de veterinária. Só o que o bandido tem que fazer então é passar no vestibular e se matricular pra um semestre;

2- Não sei se existe algo chamado Rophynol, mas duvido que exista droga cuja função é pagar o estupro da memória de uma mulher;

3 - A guria estava imobilizada, mas conseguiu ligar para o namorado. eu teria ligado pra polícia, mas isso é compreensível.


4 - O pregesterex esteriliza a mulher. Segundo a mensagem, é para o estuprador não se preocupar com testes de paternidade e ser identificado depois.
ESSA É MUITO BOA!! Os oito caras não se incomodam em deixar seu esperma dentro dela, por que ela não vai ter um filho devido à droga, e assim nao serão reconhecidos. Incrível, não? Eles só podem ser reconhecidos pelo sangue de um filho, foi o que eu entendi? Ou são estupradores caridosos, que não querem que a mulher se incomode com um filho indesejado?
Seja como for, essa é mais uma piada das boas.

Titio Wiki confirma: http://pt.wikipedia.org/wiki/Progesterex



Deu! Tchau!!

domingo, 4 de março de 2007

Funk do Chaves!

Sim, funk não é algo apropriado para se postar num blog que tenha a palavra "roqueiro" no título. Mas todos gostam de Chaves! Esse post vale no mínimo para denunciar a atrocidade que fizeram com uma das maiores obras musicas da história cultural do México.



E, de quebra, o Funk do Jeremias



Pra quem não conhece o Jeremias, veja:

sexta-feira, 2 de março de 2007

Da Série "Orkut a ver com as calças" (Parte 3)

É de conhecimento geral as besteiras e bizarrices que aparecem no Orkut. E também é de conhecimento geral que eu sou um tipo de magnêto para estas coisas. Pois bem, mais uma vez, estava eu a deletar as mensagens que recebi de amigos, spammers e amigos-spammers, quando ia deletar uma daquelas de putaria enviadas por gostosas. Não sei por que, mas decidi dar uma olhada no perfil da "mulher" (que deve ser um gordo fedido e masoquista). Como era de se esperar, não havia nenhum depoimento, nenhuma foto e os scraps eram todos de xingamento, como se adiantasse alguma coisa xingar um fake.

Comecei a ler o "Quem sou eu". Só havia links duvidosos para sites pornográficos. Foi aí que eu caí para trás.

Um desses links dizia o seguinte:

UMA MISTURA PICANTE DE ORKUT COM MUITA PUTARIA, ACESSE: Putkut.com

"Putkut"? Putaria+orkut, genial.


A morte é pouco pra quem inventa uma coisa dessas.

quinta-feira, 1 de março de 2007

Bueeenaaaas!


Então, olha só que chique?! Uma mulher no blog. Pra causar impacto mesmo e pra vocês verem quem uma mulher pode fazer tudo o que um homem faz e de salto-alto! Ok, menos fazer xixi de pé...mas...pensem que ótimo seria pras gurias! Baah, nunca mais fazer pose desconfortável pra não encostar na tampa do vaso de banheiro de festa. *____*
Ahn...nham...tá, não sei mais o que escrever, o resto sobre as minhas manias e sobre mim mesma vcs vão descobrindo com o tempo...

E

Pra completar, ali em cima está uma imagem muuuito interessante que eu achei by Google. É pq eu tb posto no site das Fadinhas do Absinto, que em breve terá um banner legal feito por mim mesma...\o/
Provavelmente esse gato deve ter sido eu em outra vida, xD

=***

quarta-feira, 28 de fevereiro de 2007

Banner voltou

Tá, descobri como por o banner ali em cima de novo. Quem achar onde mais tem um banner ganha a caixa de bombons.

Os bombons eu já comi.

terça-feira, 27 de fevereiro de 2007

Notaram?

Pois é, as coisas estão mudando por aqui.
Antes que perguntem (o que duvido que alguém faria) onde está o banner, digo: quem descobrir ganha uma caixa de bombons.

Mas os bombons ficam comigo.

Hum...

Vejamos. não posto aqui faz um tempo. Pelo menos é o que eu acho. Se eu não lembro que postei, é porque (ou seria por que? talvez seja porquê ou por quê. quem responder a essa questão nos ccomentários granha um prêmio) não postei. Ótima filosofia. Enfim, quero contribuir para esse blog um pouco mais. Lhes dizer isso não muda nada, já que quem tem que sentar a bunda na cadeira e fazer algo sou eu. Interessante isso... geralmente para se fazer é preciso tirar a bunda da cadeira. Que grande ironia. Coisa de bloggeiro. E de programador. Um dia ainda arranjo um emprego onde me paguem pra usar o msn. Ou pelo menos onde eu possa usar o msn e fingir que trabalho, se tiver trabalho. Nah, estou só brincando... não vou me dar o trabalho de fingir. Pra falar a verdade, estou procurando emprego, amanhã vou ligar pra uma loja de cds pra fazer uma pressãozinha amigável básica. Se eu não ligar, eles não lembram de mim. Por mais carismático que eu seja, milhares de pessoas passam por aquela loja, é compreensível que nao lembrem, assim, se cara. Ali não vou usar o msn a tarde inteira, nem ficar sentado (aliás, não poderei ficarei sentado momento algum), mas ao menos posso ouvir música. Músicas que outras pessoas vão escolher. Maravilha. Mas o salário é bom. Vou ter mais dinheiro pra gastar com porcaria. ALiás, Jaime Rocha não é porcaria, é uma alimentação completa. Todos os nutrientes que se precisa, e ainda sobra. Sobra pros lados da calça, por que aquilo é mestre me engordar. Por isso também pretendo ir a a academia, pra ficarfortinho. Isso, claro, se eu não faltar metade dos dias, e quando for, fazer tudo mal feito. Mas sei lá, meu destino é ser programador, o que nos leva de volta a questão de ficar sentado o dia todo. Tá, não vou repetir tudo, e acho que vou parar por aqui. Já está tarde, o que é conveniente, já que estou sem idéias. Obrigado, e volte sempre. ^^


Keep living the vida loca, baby

Pesquisa "Roqueiro e Alcóolatra" de Opinião Pública

Agora que eu terminei de escrever sobre minhas aventuras na capital gaúcha, fiquei sem idéia sobre que rumo tomar de agora em diante. Decidi perguntar para quem mais se interessa por este blog: quem lê este negócio.

Então, o que vocês preferem:

A) Posts de qualidade, mesmo que o tempo entre uma atualização e outra seja maior (uma semana ou mais);

B) Posts em quantidade, todos os dias ou de dois em dois dias, mesmo que não passem do trabalho de apertar "Ctrl+C e Ctrl V";

C) Um pouco de A e B;

D) Abandono total e completo deste troço;

E) Nenhuma das Anteriores.

Por favor, deixem uma resposta nos comentários. Coloquem só a letra se preferirem.

domingo, 25 de fevereiro de 2007

Aventuras Venturosas de um Vestibulando Vagabundo (Parte 6)

-10 de janeiro de 2007
Ou
Aquele da Passagem de Ônibus

Foi realmente um presente dos deuses que o último dia de vestibular fosse História, Literatura e Inglês. Dava até a impressão de que as provas haviam acabado na terça-feira, e que a quarta seria só um passeio. Passeio importante, como aqueles do tempo de escola que exigiam relatório valendo uma caceta de nota. Mas passeio é passeio: sempre divertido!

Fui tranqüilo e sereno para o colégio Glória (de táxi, claro), e mais uma vez, enquanto esperava darem a largada para a corrida do Vestibular pra ver quem senta primeiro nas classes, fiquei olhando o povo ao meu redor. Incrível como tem gente que estuda na frente do local de prova com aqueles jornalecos que o cursinho Objetivo distribui. Não são ruins, devo admitir: arrependi-me de não ter dado uma lida mais profunda na edição número 3 (matemática e física).

Como sempre fiz desde o dia 8, fiquei enrolando no corredor, esperando às 8:29 para só então entrar na sala. Fui ao banheiro, olhei as pinturas de Jesus (no corredor, claro. Não gostaria de ficar encarando o Cristo enquanto fazia o número 2), ajudei uma guria a catar a papelada que escorregou para o chão. “Bacana ela” pensei com meus botões, “pena que é concorrente, e eu vou tirar a vaga dela”.

Só depois de muito vagar, dei as caras na minha querida sala 123. Foi o único dia que me arrependi de ter chegado mais tarde, pois minha vaga de sempre tinha sido ocupada. Deveria ter colocado um cartaz na cadeira, com os dizeres “Reservado para a bunda do Samuel”. Azar. Sentei no meio da sala, longe de qualquer parede para me escorar, o que é uma merda. A gótica estava, como sempre, na sua janela no canto, inatingível, desta vez toda de preto, na sua coloração natural. Há quem diga que góticas não gostem apenas de roupas pretas, mas vermelhas e roxas também. Pessoalmente acredito que estas cores apareçam apenas na época de muda, ou são determinados por genes recessivos, como o albinismo. Também existem góticas albinas, isto é, que vestem blusas e vestidos brancos, mas estas são chamadas de “Mães-de-santo” (prometo que esta foi a última vez que faço esta piada).

A prova não foi um passeio agradável como eu imaginei que fosse, mas ainda assim foi o melhor dia de todos, tanto que pela primeira vez de todas as vezes que fiz vestibular, saí logo após o tempo mínimo de permanência, no caso, 2 horas. Esta saída antecipada garantiu-me o privilégio de ver em primeira mão um efeito sociológico interessantíssimo: os pais acampados na frente do colégio, com cadeiras de praia e chimarrão, esperando os filhotes terminarem a prova. Naquele momento dei graças ao Senhor pelos meus pais terem voltado para Caxias: tudo o que eu mais gostaria de ter que responder depois de sair de uma prova é “E aí? Como é que foi?” para eles. Parece que vai fazer alguma diferença se eu disser alguma coisa.

O dia seria bem diferente dos outros, a começar pelo fato que as pré-provas acabaram. Ao invés disto, teríamos a Festa das Tintas, “Um no-jo, mas vocês a-do-ram!” como diria o Riggo. Sem falar que teríamos que pegar nosso ônibus às 20 horas.

Comprei uma camisa e uma bermuda bem vagabundas, já que era para sujar com tinta, e fui para a sede do Mauá. A festa começaria às 15 horas, mas isso fica só no plano teórico. Começou às 16. Sobre a Festa não há muito o que falar, já que foi só (!) tinta, cerveja e som alto. Foi bem divertido ficar jogando tinta diluída em água nos outros. Aquela camisa que comprei era branca. Agora é verde. E aqueles óculos escuros do Tio Riggo não enganavam ninguém (ervas medicinais foram usadas. Em excesso).

Depois de uma ida ao banheiro para se trocar tumultuada pelo segurança (só duas pessoas podiam usar o banheiro ao mesmo tempo. Vai entender), fui para casa tomar meu banho, pegar minhas tralhas e ir pra rodoviária. Foi aí que começou a farra.

Cheguei, bem feliz, já pensando no chuveiro, quando descubro uma coisa muito pouco agradável: na passagem de ônibus, o horário escrito era 19:00, e não 20:00, como eu pensava. E já eram 19:20. Liguei para a Bárbara e falei sobre o ocorrido. Ela ficou realmente estressada. “EU VOU CONSEGUIR ENTRAR NAQUELE ÔNIBUS ÀS OITO HORAS E EU NÃO QUERO SABER SE ARODOVIÁRIA FEZ ERRADO! EU VOU RODAR A BAIANA!” foi mais ou menos o que ela disse no telefone, enquanto eu dizia, em vão, para termos calma. Em todo caso, chegamos a um consenso, e iríamos todos para a rodoviária antes das oito horas. Alguns minutos depois, a Bábi ligou novamente, e disse que, se quiséssemos acertar as nossas passagens, teríamos que nos dirigir ao guichê 15, e falar com... com... com uma mulher de nome muito estranho.

Depois de um banho extremamente longo (10 minutos) para tirar a tinta dos cabelos, chamei um táxi e fui para a rodoviária. No guichê 15, tive o seguinte diálogo:

-Oi, me venderam uma passagem com o horário errado, deveria ser para às oito horas, não às sete, e me disseram que eu deveria falar contigo pra conseguir uma nova.
-Não posso fazer nada por você. Essa passagem era para o sábado passado.
-Obrigado.


A primeira coisa que fiz depois desta conversa animadora foi ir direto para um cesto de lixo e jogar a passagem fora, e a segunda foi ficar olhando os táxis que chegavam, para ver se os outros vinham ou não.

Não demorou muito, e Vanessa, o Tio Mauri, a Morgana e a Bábi chegaram, as duas últimas com vontade de tocar fogo no circo (no sentido figurado) e na rodoviária inteira (no sentido verdadeiro). Não estava interessado em perder tempo, por isso fui logo contando a boa nova, que não só o horário de nossas passagens estava incorreto, mas também a data! Agora sim, aquele colóquio do dia 6 faz sentido. E neste mesmo colóquio, faltaram duas linhas, as seguintes:

-Opa! A data e o horário tão errados! Troca aí, moça.
-OK.

Sabe por que faltaram essas duas linhas? Por que não conferimos porra nenhuma. Eu considerava isto nossa própria responsabilidade, e não me oporia a pagar mais 25 reais de passagem, mas eu e a Bábi não compartilhávamos a mesma opinião. Ela e a Morgana decidiram que iriam ao menos conseguir ressarcimento pelas passagens terem sido vendidas com a data e horário torto. Fui até a lixeira e peguei de volta minha passagem, que ainda não tinha sido coberta por papel de picolé e resto de chimarrão.

No Guichê 15, a conversa foi bem animada: já saíram reclamando da passagem errada, pediram para entrar no ônibus das oito ou dinheiro de volta, e rolou até a clássica “Eu quero falar com o seu supervisor!”. O problema foi que ela era a supervisora. Daí não há condições de por ela contra a parede. Em todo caso, ela disse que não era problema dela, da rodoviária, mas da empresa de ônibus, a Caxiense. Saímos correndo até a sala da compania para reclamarmos, e de lá, para o bloco 3, onde se efetuam as saídas para Caxias.

A Bábi encontrou o motorista do ônibus e falou do nosso problema. O motorista, muito solícito, pra não dizer “filho da puta indiferente” ou coisa pior, disse que o problema não era da Caxiense, mas da rodoviária, e também disse que eram só mais 25 reais para comprar uma passagem nova, para às nove. “Ótimo” pensei “agora é correr de novo pro guichê 15 e encher os pacová daquela mulher de novo”. Mas não foi o que aconteceu. A Bábi grudou naquele palhaço como um carrapato, e disse que nós não tínhamos mais dinheiro. Meu lado que nunca mente ia dizer que isto era mentira, mas meu lado mais ladino deixou por isso mesmo, pois até meu lado que nunca mente é pão duro, e minha carência afetiva não iria deixar uma nota de 20 e um 5 me deixarem para todo o sempre.

O desgraçado do motorista era osso duro de roer, e só parava rindo da nossa cara. Eu não tinha muitas esperanças de usar minha passagem para algo mais útil do que assoar meu nariz. Mas a Bábi mostrou a que veio, e seguiu ele por todos os lugares que ele ia. Ela conseguiu colocar ele contra a parede quando conseguiu fazer com que ele dissesse o próprio nome e sobrenome. Pronto! Se ele não nos deixasse entrar, era só ligar pra ouvidoria da Caxiense e reclamar daquele Fulano. Ela devia fazer Direito, essa guria. Seria uma advogada tão boa que conseguiria convencer todo mundo que o Fernandinho Beira-Mar é gente boa.

Eu nem me lembro do nome dele, o que prova que não tivemos que tomar medida tão drástica. Às 19:55, ele cedeu e deixou que entrássemos no ônibus, desde que houvesse lugares. Saímos correndo para chamar os outros, que ficaram esperando perto dos guichês com as bagagens. Saí correndo pro lado errado (digo isto por que muitas pessoas reclamaram que não me perdi no dia 9, e elas estranhariam se o mesmo ocorresse no dia 10).

Com as nossas bagagens e bundas já no ônibus, relaxamos, sentados do ladinho do banheiro do busão. Depois de tanta farra, aventura, prova e farra, passei a ver minha vida por um outro ângulo, e adotei uma nova filosofia de vida: tenha sempre um mapa à mão.



E este foi o último post das “Aventuras Venturosas de um Vestibulando Vagabundo”. Não haverá reprise ano que vem, pois eu passei nesta droga de concurso.

Publicado por: Editora R&A, todos os direitos autorais reservados, inclusive o de se perder no Centro de Porto Alegre.

terça-feira, 13 de fevereiro de 2007

O nosso pode ser tchuco, mas esse é idiota

O Programa Late Show with David Letterman tem um quadro chamado Top Ten, em q ele faz uma lista dez... alguma coisa...
Nesse programa ele listou a dez maiores gafes do presidente Bush... ou pelo menos as mais engraçadas...


Top Ten - Gafes do Bush


Quem não curte tirar com o Bush?

domingo, 11 de fevereiro de 2007

Videozinho


Vídeo até que meio fraco, mas precisava postar algo. É uma montagem com os cinco piores participantes do American Idol de alguma temporada. Na real, eles nem são tão ruins assim.

terça-feira, 6 de fevereiro de 2007

Carreira dos sonhos

Não sei por que mas me deu vontade de ser fisioterapeuta agora...

Aventuras Venturosas de um Vestibulando Vagabundo (Parte 5)

-9 de janeiro de 2007

Tenho 18 anos, 12 dos quais passei estudando em diversas escolas: 8 anos de Ensino Fundamental, 3 de Ensino Médio, 6 meses como intercambista e mais 6 de intensivo pré-vestibular. 12 anos. E nesses 12 anos eu não aprendi nada, absolutamente nada de Física! E nesta terça-feira ensolarada, no momento que acordei imediatamente me lembrei deste pequeno detalhe, e que em algumas horas eu teria que fazer uma prova de Física, que eu precisava ir bem para poder entrar na Universidade Federal! “Fodido, você está” diria o Mestre Yoda.

Porém, por menos que eu soubesse, ainda teria que fazer a droga da prova. “É só peso 1, não vai mudar grande coisa na média harmônica” disse uma voz em minha cabeça no caminho para o local de prova, “é só ficar uma ou duas questões acima da média” disse outra. Uma terceira voz falou “Vamos! Pense nas aulas de física do tempo de escola! Você tem que se lembrar de alguma coisa!” Imediatamente após esta voz ter se pronunciado, fiquei relembrando as aulas que tive nos últimos três anos, e tudo que consegui lembrar foram minhas sonecas durante as explicações, da minha admiração pela rua dos18 do Forte ao invés de fazer os exercícios e de uma certa invasão à casa das freiras de São José bem no meio de uma aula de Física.

É... eu não fazia bosta nenhuma na escola, e só naquela hora crítica me dei conta de que invadir conventos não cai bem no currículo, e muito menos ajuda na hora do vestibular. Mas o tempo não volta, e se voltasse, provavelmente eu tentaria descobrir o que as freiras escondem atrás daquela porta no fundo do auditório ao invés de estudar mais, o que não teria adiantado nada de qualquer maneira (talvez servisse para anatomia, pois deve ter um monte de criancinhas mortas). Era tarde demais.

Eis que vejo uma luz no fim do túnel: meu professor de física do Mauá, Dideron. Fui bater um papo com ele, ver se ele conseguiria salvar minha vida. Para não parecer desesperado, comecei perguntando coisas simplórias, como por que ele estava ali no Colégio Glória quando quase todos os professores estavam no Colégio Bom Conselho (tudo por causa da Medicina, esse curso supervalorizado a troco de nada). “Vim trazer minha filha aqui” disse ele. “Ótimo!” pensei eu “uma concorrente que com certeza sabe física!”. Devia ter perguntado alguma outra coisa. Bem, feita a parte social da coisa, resolvi ser direto, e pedir algo de ordem prática: “Quantas questões eu preciso acertar pra passar no vestibular?” Depois de alguns cálculos levando em consideração a possível média da prova e o provável desvio padrão, Dideron chegou à conclusão de que 12 acertos seria uma boa média, mas só para ficar tranqüilo mesmo, era melhor acertar 14. “Ah, tá” falei, mas pensava “como se fosse escolha minha isso”.

Abriram-se os portões! Como sempre, a pressa dos meus concorrentes para chegarem às salas de prova era algo impressionantemente estúpido, pois é como não querer se atrasar para a própria execução. Eu pelo menos estava neste espírito de desespero. Pelo menos eu ainda poderia procrastinar nos corredores. Procrastinar. Adoro essa palavra. Parece que significa algum tipo de pecado capital, um crime imperdoável, mas no fim significa apenas “enrolar”. Bem, pelo menos, para enrolar nos corredores, o fato de que o banheiro masculino era extremamente mal posicionado veio a calhar, já que me obrigava a caminhar bem mais.

Quase no final do meu tempo de vadiagem malemolente do vestibular, como diria o Jacaré Banguela, entrei na minha sala. Lá estava a gótica, novamente de preto. Acho que a cor vermelha era apenas uma fase intermediária na muda da pele dela, naturalmente preta. Góticos são black, e qualquer coisa diferente é fora do natural.

Começou a prova. Li a primeira página, a segunda, a terceira... todas, até o fim, e cheguei a conclusão de que não tinha a menor idéia de por onde começar. Pensei em rasgar o caderno de exercícios e socar as folhas goela abaixo de qualquer fiscal que aparecesse pela frente, para depois sair gritando pedindo ajuda ao Divino Deus.

FATO CURIOSO: No regulamento do Vestibular, consta que, se algum vestibulando agredir de qualquer maneira (verbal, psicológica e/ou fisicamente) um fiscal, organizador ou coordenador, ele será imediatamente desclassificado do Concurso. Mas não há nenhuma outra regra equivalente sobre agressões contra outros vestibulandos. Talvez seja assim por que a COPERSE considere um meio válido para entrar na universidade o espancamento dos colegas mais fracos...

Mas logo após estes pensamentos nihilistas passarem por minha mente, minha maior habilidade veio à tona. Alguns dão o nome de “Sangue Frio” para este poder. Eu chamo de “cagar e andar”. 85% dos candidatos a alguma vaga da Federal não tem esta habilidade, e não surpreende que sejam os 85% que rodam. Extremamente calmo, comecei a tentar fazer as questões mais fáceis. Não achei nenhuma que pudesse classificar como “fácil”. Fui para as regulares e então para as difíceis, que pareciam multiplicar-se como coelhos.

Faltando apenas 30 minutos para o final da prova, comecei a chutar, primeiro na prova de física (que eu erroneamente tomava por mais fácil), mas ainda insisti em resolver manualmente as questões de matemática, e calculei, usando apenas papel, caneta e neurônios quanto é 5,01 elevados na quinta potência. Não adiantou para nada e comecei a escolher as alternativas esteticamente mais atraentes para assinalar.

Sai da sala faltando apenas 5 minutos para o fim, e apesar disso, ainda não tive que ficar esperando o último seqüelado terminar a prova. Ótimo. Poderia ir mais cedo para casa (como isto significasse algo à uma da tarde).

Depois de um almoço frio por causa do meu atraso, fiquei fazendo hora (procrastinando novamente) até a hora de ir para a aula Pré-Prova. Desta vez, cheguei bem a tempo de não me atrasar. Era o último dia de pré-prova, e esta tarde a última em Porto Alegre sem ter que se preocupar em pegar o ônibus. Era melhor aproveitar bem.

A aula foi muito interessante: o professor Riggo, de história, provavelmente exagerou na dose de orégano no cigarrinho da tarde, e ficou completamente fora da casinha durante sua explicação (“O nome desse cara faz todo mundo pensar em mim: Che Quevara. É por que eu tenho um tição. Não, eu não vou mostrar pra vocês. Vai rolar no chão até a porta. Eu não quero ter que enrolar depois”. Essa foi só uma das pérolas dele. Vou sentir falta desse cara). Conheci outro professor de história geral, que dá aula apenas em Porto Alegre. As aulas dele devem ser muito interessantes, por que não fazia 5 minutos que ele havia entrado na sala de aula e já tinha metido o dedo do meio na cara de um infeliz na segunda fila, enquanto o Fábio (o OUTRO professor de história geral) escrevia no quadro sobre a Grécia Antiga. Infelizmente, o professor de inglês que nos deu aula foi o de Porto Alegre também, sem o apoio logístico do Martim. Nada surpreendente, já que o Martim nunca aparecia em Caxias para nos dar aula, dando sempre uma desculpa mal-feita, como dor nas costas que sempre se manifestam às 11 da manhã, horário que ele deveria estar no Mauá dando nossa aula, ou que ele passando por Canoas. Nossa turma sempre fazia um bolão quando ele chegava atrasado. Ganhava quem acertava por qual cidade ele estava passeando ao invés de estar trabalhando. Geralmente eu apostava em Erechim, Nova Roma do Sul o São José dos Ausentes, mas tenho a leve impressão de que eu escolhia sempre cidades próximas demais de Caxias. Ou talvez em São José dos Ausentes não haja nenhum aparelho para supino que agüentasse 150 quilos. Não sei, apenas sei que foi uma pena não ter tido a chance de sacaneá-lo mais uma vez a respeito de suas inexplicáveis viagens ou de gritar “THAT’S BULLSHIT” no meio da aula. Que tristeza.

Escalado como sou, fui depois da aula para o quarto do hotel onde o Tio Mauri, a Babi e a Nessa estavam hospedados, bem do lado do elevador, para comer de graça todas as porcarias que eles trouxeram. Tive a impressão que a temperatura ambiente lá era pelo menos dez graus menor do que a natural, talvez por causa dos genes de esquimó da Babi. A cama do Tio Mauri era como um depósito: todas as tralhas iam parar lá, principalmente os papéis de chocolate vazios. Dentro do frigobar tinha um pedaço de melancia e uma garrafa de chá gelado (oba!). Tomei metade do chá gelado, mas não tive tempo de sequer encostar na melancia por que, enquanto reclamávamos dos clipes que passavam na TV (deveria ser proibido por lei produzirem clipes para músicas de reggae. Aliás, deveriam proibir o reggae no Brasil, com direito a surra de toco de bugre para os infratores), por algum motivo que desconheço, estourou uma guerra de travesseiros entre a Babi e o Tio Mauri, sobrando paulada pra mim também. Os olhos da Babi brilhavam com uma intensidade maligna, insana, como se ela quisesse ao invés de acertar-nos com uma almofada, partir-nos ao meio com um machado sujo e enferrujado, para caso não tivéssemos uma morte instantânea, morrêssemos por tétano ou infecção generalizada.

Isto estava realmente nos assustando, mas a fome era ainda pior. Resolvemos dar trégua e jantar fora (do hotel. Fora eu já estava de qualquer forma). O elevador do hotel era realmente divertido de brincar: quando ele balançava demais, parava de descer. Fizemos isso tantas vezes no caminho para o saguão que quando chegamos, ele (o elevador) parou 30 centímetros abaixo do nível do saguão. Reportei ao atendimento que eles precisavam urgentemente chamar a assistência técnica. Só não falei que era por culpa nossa. Passando pela Biblioteca Pública e pela Praça Júlio de Castilhos, fomos tomar um café num shopping com escadas rolantes mal posicionadas (coisa que a Babi não parava de falar). Tirando o preço (salgado) foi perfeito. Depois da janta, paramos no Zaffari do shopping mesmo, pois as gurias queriam comprar energéticos para a prova do dia seguinte. Idéia ruim, se me permitem dizer. A Babi já é hiperativa e desconcentrada em seu estado natural, imagine com 100 ml de cafeína no sangue. Senti pena, mas muita pena dos fiscais da sala dela. Iriam sofrer bastante.

Meia hora de espera na porta do mercado (enrolação pouca é bobagem) e um tombo lindo na escada rolante depois, começamos nosso caminho de volta para o hotel, onde o Róger e a Cris iriam aparecer para jogar cartas. Já eram 9 da noite, e quando passamos na frente de um ponto de táxi, uma batalha interna estourou dentro de mim. Ficaria fazendo festa até altas horas da madrugada e dormia lá no hotel mesmo, ou voltaria para casa para me deitar às nove e meia?

Voltei para casa. Tinha deixado minha caneta lá.

segunda-feira, 29 de janeiro de 2007

Parabéns a você, nesta data querida...


Feliz Aniversário, Orkut! 3 anos atrasando nossa vida!

E, na real, deveriam ter colocado ao invés do bolo um donut. Só pra provocar quem teve que agüentar quase 3 anos de Bad, bad server. No Donut for you.

Aventuras Venturosas de um Vestibulando Vagabundo (Parte 4)

- 8 de janeiro de 2007

Segundo dia de prova. Minha cama estava agradavelmente quente e confortável, o que me impediu de sair dela e fazer a prova, fazendo-me perder todo o vestibular.

Tá, isso é mentira, mas confesso que realmente pensei em ficar em casa dormindo. O que me levou a tirar minha bunda do colchão foi o pensamento que, se eu não passasse esse ano, eu teria que repetir a dose de vestibular em 2008. Nada agradável.

Tinha decidido pegar um táxi hoje, e ver se valia a pena gastar mais para não levar roçadas (calma, a viadagem ficou no post anterior), o que me daria muito mais tempo para gastar fazendo coisas que antes eu faria correndo, como tomar café, por exemplo!

O dia 8 de janeiro foi muito mais bonito que o dia 7, só pelo simples fato de não ter que esperar um ônibus lotado, mas apenas escolher um táxi, acomodar-se no banco da frente e dizer “Pro colégio Nossa Senhora da Glória!” Valeu a pena gastar 4 vezes o preço da passagem na corrida só por isso.

Por um erro de cálculo, cheguei muito cedo no local de prova. Ao contrário do que muitos poderiam pensar isto não é uma coisa boa, afinal, eu teria que ser muito mais criativo e paciente para descobrir novas formas de enrolar antes de abrirem os portões. Comecei a jogar pinball no celular, mas a brincadeira perdeu a graça depois da quinta vez que quebrei um recorde.

Enquanto isso, outro oportunista resolveu vender água mineral na frente da escola, mas do lado de fora. Isso garantia uma vantagem estratégica, já que, para comprar dele, não era necessário esperar abrirem os portões. A propósito, esse vendedor também não tirava os rótulos das garrafas. Aposto que muito preguiçoso pagaria 50 centavos a mais por este serviço.

Como no dia anterior, abriram os portões às 8 horas, e foi o estouro da boiada para dentro do prédio. Engraçado como as pessoas pensam que, se chegarem antes que todos os outros na sala de prova eles farão uma prova melhor. Eu tenho um pensamento ligeiramente diferente: eu farei uma prova melhor se antes de começar eu fizer todas as minhas necessidades fisiológicas. E foi para este fim que utilizei a meia hora entre a entrada e o começo do exame do dia. Gostaria de fazer uma pequena observação sobre como os banheiros masculinos em colégios dirigidos por freiras são marginalizados e escondidos, forçando os homens que desejam utilizar o toalete deslocarem-se pelo menos 50 metros a mais que as mulheres. CADÊ A IGUALDADE DE SEXOS AQUI?!?! Não vem ao caso de qualquer maneira.

Depois de meia hora enchendo murcilha nos corredores, decidi que seria melhor apresentar-me na minha sala. Muitos dos vestibulandos que faltaram no dia 7 apareceram hoje, talvez na esperança de conseguirem uma vaga por sorteio. HA! A gótica hoje usava uma blusinha vermelha, com a mesma saia do outro dia. Será que o cinto que ela usa foi costurado diretamente em sua cintura, impedindo que ela troque de saia? Ou ela nasceu usando aquela saia preta? E, aliás, o que uma gótica quer na Psicologia? Mais a frente, um indivíduo usando uma camisa branca completamente desabotoada por cima de uma camiseta física, com cabelos lambidos para trás, tomava Red Bull enquanto passava o cha-la-lá em uma coleguinha. Sim, estamos falando do Amante Latino®, primeiro, único e insubstituível. Só esperava que todo o gel que ele passou nos cabelos não tenha atrapalhado seu desempenho intelectual (que mentira, claro que eu esperava isso!).

Hora da prova. Nunca vi uma prova de geografia tão complicada. Alguém sabe onde fica Frederico Westphalen? Qual é a atividade econômica local, além da boa e velha fofoca entre vizinhos? Será que a prefeitura ganhou um cachê por aparecer na prova da UFRGS ou teve que liberar um jabá na mão da COPERSE para ser citada? Química costumava ser mais divertida no tempo de escola, quando tudo o que tínhamos que fazer era tocar fogo em algumas porcarias e proteger os olhos por causa da explosão. Bem que essa prova poderia ter sido igual. Com a Biologia, a coisa foi mais tranqüila. Nem parecia que no começo do ano eu só sabia que aves têm penas!

Como podem imaginar, demorei bastante antes de terminar todas as questões e sair para o almoço. Voltei para casa de lotação mais uma vez. Como ele sempre me deixava a alguns quarteirões de distância de casa, eu precisava caminhar e dobrar uma esquina. Adivinhem como me perdi hoje? Esqueci onde era essa esquina. Só me dei conta que tinha deixado algo para trás quando passei na frente de uma escola infantil com os 7 anões na frente. Pensei em fazer alguma coisa com aquelas estátuas bestas, como, por exemplo, coloca-las no meio da rua com uma placa escrita “Sexo oral por um prato de comida”. Seria realmente divertido, e provavelmente alguém já teria feito isso antes de mim, se não fosse a cerca elétrica que protegia os nossos amiguinhos anões de jardim. Voltar para casa e almoçar era o melhor que podia fazer.

Às 3 da tarde, como sempre, teríamos a aula pré-prova, mas hoje seria um pouco diferente dos outros dias, pois meu transporte dependia exclusivamente de mim. Contrariando o que aprendi sobre os meios de transporte coletivo porto-alegrenses, decidi pegar um ônibus. Levei meia hora só para descobrir o ponto correto, e só decidi pegar um táxi quando meu atraso já era certo. ME ABANE TERESINHA!

Depois do pré-prova, o momento que eu mais ansiava: jogar sinuca. O Róger, que tem a incrível habilidade de descobrir todos os barecos e buracos com mesa de sinuca num raio de um quilômetro quadrado, nos apresentou ao Porto 10, lugarzinho show de bola com mesas muito boas (dava até pra jogar nelas!). Hoje foi meu dia de brilhar. Se tivesse ido tão bem na prova quanto eu fui na jogatina do dia, eu teria gabaritado biologia e química (geografia eu ainda teria errado aquela de Frederico Westphalen).

Como o pessoal ainda tinha fôlego de sobra depois de beber cerveja e sinuquear, fomos a pé, desde o bairro Floresta até o Parque da Redenção, algo em torno de 6 ou 7 quilômetros de distância. Uma verdadeira mixaria. No caminho, passamos pela Faculdade de Medicina e pela Escola de Engenharia mais uma vez. É um prazer incrível passar por um lugar e poder dizer “Puta merda, eu já me perdi aqui!” Coisas que só o vestibular faz por você...

Mas eu não tinha muito tempo a perder pois, para variar, precisava voltar para casa antes que o expediente dos trombadinhas e tarados começasse (8 horas) para jantar, e depois do jantar, me apavorar com a prova do dia seguinte: Física e Matemática.

domingo, 28 de janeiro de 2007

Da série "Orkut a ver com as calças" (Parte 2)

Mensagem que recebi no Orkut:

Agora entendi pq tem gente sumindo da minha lista de amigos...
Repasse...

Eu que achei que era bobagem , retiro o que eu disse, pois os profiles ja começaram a ser deletados.
Reparem que a quantidade de amigos que vocês têm no orkut estão diminuindo.

FOI CONFIRMADO PELA REVISTA VEJA DE 10/06!!!

Pelo fato de haverem muitos profiles não ativos e pelo grande número de fakes existentes, o orkut está limpando seu cadastro.
Todas as pessoas que não repassarem essa mensagem em 48 horas terão seuprofile deletado e só poderão se recadastrar após um mês.

JÁ FOI CONFIRMADO E O GOOGLE JÁ ESTÁ AGINDO!!!

Para não ter seu orkut deletado, passe essa mensagem para as pessoas dasua lista de amigos.

Pergunta que se faz necessária: Alguém tem a Veja de 10/06?

terça-feira, 23 de janeiro de 2007

Oládenovo

Minhabarradeespaçoestáuquebrada,voltoapostarquandoelaestiverconsertada.

segunda-feira, 22 de janeiro de 2007

Aventuras Venturosas de um Vestibulando Vagabundo (Parte 3)

- 7 de janeiro de 2007

Dia da primeira prova. Comi um café da manhã rápido, porém reforçado, e fui pegar meu ônibus. O ônibus Glória. Foi uma simulação de como as vacas sentem-se dentro de vagões de trens cargueiros. E temo que uma importante Lei da Física fora completamente ignorada naquele veículo: dois corpos não podem coabitar o mesmo espaço ao mesmo tempo. De agora em diante, toda vez que vir a expressão "Foi a Glória", me lembrarei coxas masculinas suadas roçando na minha bunda. Não prolongarei a descrição deste quadro da dor. Desci do ônibus com alegria, apesar do receio de ter perdido naquela bagunça toda minha carteira e minha virgindade anal, e me dirigi até o portão de entrada do colégio Nossa Senhora da Glória, meu local de prova.

Como as provas duram até 4 horas e 30 minutos, é permitido ao vestibulando levar uma garrafa de água, suco ou refrigerante (será que permitem destilados?) para o local de prova. Sem o rótulo. Eu não me importo de ficar com sede, afinal, eu fui para Porto Alegre para conseguir uma vaga para o curso de psicologia, não tomar água. Mas aparentemente eu pertenço a uma minoria. A maioria foi lá para tomar água, só que é burro o suficiente para esquecer a garrafa em casa. Mas para resolver este problema, existem os oportunistas, como por exemplo, a direção da escola, que montou, numa posição estratégica, uma banca que vendia água mineral, e foi só abrirem os portões às 8 horas que um bando de tapados já foi puxando a carteira para comprar a sua. Bom, pelo menos poderiam ter vendido já sem o rótulo.

A escola é dirigida por freiras, e isso fez sentir-me praticamente em casa. Era tudo praticamente igual ao São José: os ladrilhos nas paredes, os corredores escuros e tortuosos, a crônica falta de banheiros masculinos, as escadarias que levam às celas das irmãs fechadas com grades de ferro. Faltava apenas uma coordenadora disciplinar com cara de maracujá de gaveta me xingando por respirar pelo nariz, a tia do SOE (mal)tratando-me como um delinqüente juvenil e uma desculpa para arrombar as grades de ferro e brincar de explorador. Ai, tempos de colégio que não voltam mais.

Na minha sala (no último andar, para variar), fiquei reparando nas pessoas que fariam a prova comigo... meus concorrentes. Fiquei pensando se deveria dar um cagaço neles fazendo pouco da prova quando nos fossem entregues os cadernos de exercícios, ou dizendo que nunca antes na minha vida tinha feito uma dissertação sobre um tema tão fácil. Fiquei quieto, pois apanhar logo no primeiro dia de vestibular não seria legal. A duas cadeiras de distância, do lado da janela, sentava uma gótica que, indiferente ao sol de rachar daquele dia, vestia roupas completamente pretas, com direito a um casaquinho para arrematar. O abobado do meu lado dormia. Duas outras gurias matraqueavam sem parar. Amigas de infância, provavelmente. Imagina se uma passa e a outra não...

Enquanto eu pensava que deveria ter enrolado mais no corredor para não ter que ficar esperando sentado na sala, os fiscais recolheram a cadeira que estava no corredor e começaram a ler o regulamento para nós. Enquanto liam, tive uma vontade louca de perguntar se eu poderia acender um baseado e fumar durante a prova, só para encher o saco, mas guardei esta bobagem para mim mesmo (mas se fosse permitido, aposto que o cara do meu lado iria puxar uma seda e começar a enrolar um). Depois, começaram a nos entregar as folhas ópticas, e quando uma pessoa não respondeu ao chamado do fiscal, não consegui deixar de exclamar “Menos um concorrente!” em voz alta. Aposto que todos os outros pensaram a mesma coisa. Ao todo, no primeiro dia, faltaram na minha sala umas 10 pessoas. Melhor pra mim.

A partir do momento que foi-nos permitido abrir os cadernos de exercícios, entrei em transe e não parei de responder as perguntas, até acabar com todas, para então ir para a pior parte de toda a prova: preencher a folha óptica. Pintar todas aquelas elipses a caneta é algo desagradável, especialmente se você for bocó e pintar duas na mesma linha, anulando assim, uma questão. O que é uma merda, sinceramente. Apesar de que seria divertido pintar a cara de um gatinho ou um bonequinho de palito desse jeito. Mas não valia a pena. O tempo de prova que me restava usei para escrever a redação.

Saí da sala preocupado, pensando em algo muito importante para minha vida: o que tinha para o almoço? Precisava voltar para casa. Por via das dúvidas, peguei um lotação, pois eu não queria saber como seria dentro do Glória cheio de gente com fome (vai que me comem?).

Às 3 horas, mais uma aula pré-prova. Para alegria geral da nação (e em especial, do Tio Mauri), não azucrinei na aula de química do EMOssexual, apesar dele afirmar categoricamente que a questão 24 , seu número preferido, seria sobre termoquímica (ele errou. A prova de química começa na questão 26).

Saí do Mauá só às 5 da tarde, e de lá, fui para o hotel Everest, usufruir dos direitos de hóspede do Tio Mauri e jogar sinuca, na companhia dele, Doug, Róger e Cris, que não pode comparecer à aula ontem por ter bebido um litro de vodka inteiro (ela deve ter sangue irlandês pra beber tanto assim), além de engraxar meus chinelos na máquina divertida do hall do hotel. Enquanto jogávamos e xingavam minha pouca habilidade (quase encaçapei a bola branca na lata de lixo do lado da mesa), ouvimos a história do Sergipano Louco, que veio desde Sergipe até o Rio Grande do Sul fazendo todos os vestibulares que encontrou pelo caminho. Há boatos que a CIA já está no encalço deste aloprado. A poltrona com rodinhas da sala de jogos era uma diversão à parte.

Mas a brincadeira não acabou por aí. Do hotel, saímos para dar uma outra voltinha no centro: fomos numa farmácia pra comprar gaze. Quase comprei KY, mas não me dignei a gastar 18 reais por um pote de vaselina (o genérico é 14). De lá, fomos para outro Zaffari, comprar mais comida. Aproveitei e peguei uma garrafa de chá gelado. 3 reais. Coisa cara.

De lá, fomos para o apartamento onde Róger e Cris estavam. “Apartamento” é apenas modo de dizer, pois o nome correto seria “apertamento”. No pequeno espaço de 3 metros por 4, dormiam 6 pessoas. Senti um calafrio correr minha espinha, e por algum motivo que ainda não consegui desvendar, subitamente lembrei-me do ônibus da manhã. Mas nem tudo foi ruim: aprendi a jogar dardos! É um joguinho muito divertido, pena que jogadores menos capacitados do que eu sempre estraguem o reboco das paredes e destruam os móveis próximos. Depois dizem que EU sou sem-noção...

Mas não podia me enrolar, e não muito mais tarde, tive que ir embora, pois meu retorno ao lar era imperativo. Para os mentalmente incapazes: precisava voltar pra casa. Sai com Tio Mauri e o acompanhei até a porta do hotel. De lá, saí apressado em direção ao ponto de ônibus. E adivinhem o que eu fiz? Me perdi mais uma vez. Só que desta vez caminhei tanto, mas tanto que fui parar do lado do Rio Guaíba. Olhei para a antiga sede da prefeitura e pensei de novo: “Da última vez esse prédio não tava aqui!”. E como uma barata tonta, sai a caminhar. Pensei em ir até a rodoviária, que não era muito longe dali, e pegar meu ônibus lá. Mas enquanto passava na Rua Voluntários da Pátria, rua que está para Porto Alegre assim como a rua da Nosso Pão está para Caxias, tive uma visão que encheu-me de alegria (não, não era um traveco): a Santa Casa. Um ponto de referência, o que significa que não precisaria ficar perdido!

Não há muito mais o que contar depois disto: cheguei em casa, comi e dormi (não sem antes ter que assistir o “Carros”). Quando me deitei, refleti sobre meu dia, e cheguei a seguinte conclusão: “devia ter trazido a bússola”. Ah! Pensei também: “Prova de biologia amanhã”. E dormi.

sábado, 20 de janeiro de 2007

Aventuras Venturosas de um Vestibulando Vagabundo (Parte 2)

- 6 de janeiro de 2007

Fomos para Porto Alegre um dia antes da primeira prova, pois nosso cursinho, o Mauá, nos ofereceu (por módicos 10 reais o ingresso) a oportunidade de fazermos uma revisão pré-prova, antes de todas as provas. E como o pré-prova de português e redação seria às 9:30 da manhã, era bom que saíssemos cedo de casa. No carro, veio comigo outro guerreiro do vestibular, Tio Mauri, que trazia na mochila seus 5 livros do cursinho, uns dois ou três cadernos, quatro kg de comida e provavelmente aquele pneu velho que ele catou em Mostardas (melhor não contar essa história).

Fato curioso da viagem: vimos um fusca roxo berrante. Ainda compro um desses.

Já na Capital, fomos direto para a sede do Mauá para assistirmos ao nosso pré-prova. Não há muito o que comentar, exceto que o professor de português jurou que mudaria de nome caso não caísse acentuação na prova do dia seguinte e que descobrimos um novo apelido do professor de química (EMOssexual). Depois da aulinha, almoço. Eu e uns amigos (Babi, Nessa, Morgana, Tio Mauri e Roger) ficamos na entrada do cursinho olhando um para a cara do outro tentando decidir o que fazer. Numa crise coletiva de burrice, pegamos um táxi para irmos até o Colégio Rosário, que ficava à, no máximo, 500 metros de distância, o que me permite calcular que o preço da bandeirada do taxi aumenta 1 pila a cada 100 metros. Mas tudo bem. De lá, foi cada um pro seu canto. Eu fui pra casa da minha tia. Depois de uma bela refeição, uma bela sesta. E depois de uma bela sesta, uma violenta preguiça, preguiça esta que só me permitiu sair da cama às cinco da tarde, para ver o ponto onde eu pegaria meu ônibus, que diligentemente me levaria até o local de prova para o curso de Psicologia. Pegar o ônibus foi tão fácil, e andar nele também. Fiquei imaginando que todos os dias seriam assim tão fáceis. Quem diria que no dia seguinte minhas ilusões a respeito da qualidade do serviço de locomoção púbica, digo, pública de Porto Alegre seriam destruídas.

Depois deste passeio, outro: fui chamado pela mesma turma que me acompanhou no cursinho para ir até a rodoviária comprarmos nossas passagens. E agora, temos um capítulo crucial em nossa história, o que me obriga a contá-lo com o maior número de detalhes possível. Aqui vai nosso diálogo (hexálogo, já que estavamos em 6) com a mulher do guichê:

-Oi, moça, 5 passagens pra Caxias do Sul, pra quarta-feira às oito horas da noite.
-25 reais cada.
-Tem troco pra 50?

Mais pra frente vocês vão entender a moral deste diálogo besta ter sido escrito aqui.

Compradas as passagens, metemo-nas nos bolsos, caímos na gandaia e fomos caminhar pelo centro da cidade. Lugarzinho interessante: velho, fedido e apertado. Ainda assim, encantador. Caminhamos até chegarmos (novamente) ao Colégio Rosário. Não resistimos à tentação e resolvemos comer um cachorro-quente por lá mesmo. Mas não era qualquer cachorro-quente, era O Cachorro-quente do Rosário, o mais famoso da cidade (nem por isso mais caro). A fama é merecida, pois eu nunca pensei que colocar azeite de oliva por cima do queijo ralado pudesse dar um gostinho tão bom. Mas o dono da banquinha pensou. Ele merecia um Nobel.

Como a vadiagem não tinha mais fim, resolvemos ir no Zaffari para comprar umas porcarias pra comer, já que o que Tio Mauri tinha na mochila não iria ser o suficiente para os quatro dias. Eis que então recebo um amável telefonema de meu pai, me passando um belo sermão de como eu tinha deixado de comparecer ao jantar que minha tia tinha cozinhado especialmente para mim. Após este leve esporro, fiquei um pouco abatido, sem vontade de cantar uma bela canção. Mas deixei de frescura quando começamos a discutir com duas outras vestibulandas qual seria a melhor porcaria para comer durante a prova. Ninguém conseguiu pensar em nada melhor que puxar uma cuia de chimarrão e uma barra de rapadura gigante no meio da prova, talvez com a exceção do Cheetos bola (sabor queijo, aroma chulé).

Olho no relógio: são oito e dez da noite. Naquela mesma chamada-esporro, havia combinado com meu pai de voltar para casa às 20:30. Pensei comigo mesmo que chegaria na parada de ônibus às 20:20 e chegaria em casa na hora. Me despedi de todos e desembestei correndo pelo centro de Porto Alegre, na certeza de que acharia logo de cara o caminho. Mas algo de estranho estava acontecendo, pois não me lembrava de ter passado por nenhuma daquelas ruas. Vi que a coisa estava feia quando percebi que estava na frente da Escola de Engenharia da UFRGS, e não na parada de ônibus. Fiquei pensando "Quem é que colocou estes prédios aqui?!" enquanto eu andava agora na frente da Faculdade de Medicina. Estava perdido (vocês notarão que esta oração será uma constante nos próximos 4 posts). Em todo caso, consegui descobrir qual era o caminho certo, e peguei meu ônibus às 20:40. No outro dia, faria a primeira prova. A batalha já havia começado. Pensei em fazer como os membros da antiga seita dos Assassinos, que após começarem uma guerra fumavam haxixe e ficavam acordados até o final. Como eu não tinha haxixe, a única opção de alucinógeno era benflogin, mas eu não estava disposto a caminhar até uma farmácia pra comprar um remédio para dor de garganta que dizem ser chapante.

Decidi dormir mesmo.

Aventuras Venturosas de um Vestibulando Vagabundo (Parte 1)

Ah, o vestibular! O exame que é nossa porta de entrada para a universidade ou para a demência por esforços repetitivos, ou os dois em muitos casos, especialmente em vestibulares concorridos (leia-se "os de faculdades gratuitas"). Como bem sabem, submeti-me à prova da conceituada Universidade Federal do Rio Grande do Sul, a UFRGS ("Urgues" para os íntimos), para o muito disputado curso de Psicologia. Eu poderia ter feito as provas (4 dias de pura animação e boas vibes!) em Bento Gonçalves, mas decidi fazê-las na nossa ilustre capital, Porto Alegre. Por que? Porque eu estava morrendo de vontade de cozinhar no concreto portoalegrense! E além do mais, se fizesse a prova em Bento, minha mãe querida me levaria todos os dias, todos os 60 quilômetros que separam Caxias do Sul de Bento Gonçalves. Não, isto não seria bom. Nem um pouco. É bem melhor pegar um ônibus de linha em Porto Alegre do que isto (isto é uma grande mentira, mas esta história fica mais para a frente).

Tinha planejado fazer um mega-post, com tudo o que eu queria escrever nele, mas como tenho muito trabalho pela frente, achei melhor apenas ir postando aquilo que tenho escrito por ora, separado por dias. Cada dia será um capítulo. Tipo em Camilo Mortágua. Aguardem.


PS: Sem fotos, sinto muito. Não consegui passar as imagens do meu celular para o PC.

quinta-feira, 18 de janeiro de 2007

Eu estive pensando...

... e cheguei a seguinte conclusão:




















































































































































































































devo parar de pensar.

É...

Pois é, dia 18 passou em branco.

quarta-feira, 17 de janeiro de 2007

É amanhã

Amanhã é o aniversário do blog, e eu prometi um post muito especial pra esse dia.
Vocês acham que rola??











































Eu também não.

terça-feira, 16 de janeiro de 2007

Desculpa do Dia

Desculpem a falta de atualizações, é que eu ando muito ocupado fazendo nada.

quinta-feira, 11 de janeiro de 2007

Blog musical que é uma jóia

Recomendo o seguinte blog:

http://arquivossonoros.blogspot.com/

De Bruno & Marrone à Gonzaguinha: só coisa fina.

quarta-feira, 10 de janeiro de 2007

Notícias Fresquinhas de uma Cidade Quente pra Caralho

Hoje acabou o vestibular, finalmente, e amanhã, volto para a maravilhosa Gringolândia, Caxias do Sul. Quando eu estiver bem instalado na cadeira do meu computador, farei o meu relatório diário do meu exame (e sim, falarei sobre a experiência de andar de ônibus em Porto Alegre). Vai ter até fotos. Aguarde (ou não).

sexta-feira, 5 de janeiro de 2007

Vai começar o baile

Chegou a hora! Amanhã, sábado dia 6 de janeiro de 2007, vou-me para Porto Alegre, pois domingo começa o exame vestibular da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

E já não era sem tempo pra esta merda começar.

Farei um relato diário dos meus feitos nas provas da UFRGS e das minhas peripécias na capital gaúcha. Era isso, e até mais.

terça-feira, 26 de dezembro de 2006

Achados e Perdidos






















Reencarnação de Buda porra nenhuma! Esse aí é o nosso amigo Ismael depois da festa de formatura do CETEC. Bonito cabelo, a propósito.

domingo, 24 de dezembro de 2006

Feliz Natal! - na falta de um título mais criativo...

Uhul! Hoje é dia 24 de dezembro, daqui algumas (ou é "daqui a algumas"? ou "daqui àlgumas"? bom, não importa mesmo, ninguém lê isso aqui) horas meus parentes chegarão aqui para ceia se natal, trazendo presentes e alegria. Eu já sei metade dos presentes que vou ganhar, o que estraga o pouco da mágica que sobrou desse feriado religioso que foi transformado em combustível para a máquina capitalista. Claro, ainda tem o incrível prazer de reunir a família, o que, obviamente, causaria morte instantêanea a todos os envolvidos se fosse feito em qualquer outra época do ano. Feriados são curiosos por causa disso: provoca amor e afeto em poessoas insensíveis, e desejo de pessoas criticarem isso em seus blogs.
É uma loucura.



A lousy Christmas, and a crapy new year!

terça-feira, 19 de dezembro de 2006

A quem interessar possa

Os estudos vão bem.

Glória do desporto nacional, ó Internacional...

Já notaram que depois que o Inter conquistou o Campeonato Mundial todo mundo é colorado fanático desde criancinha?

Resolução de Final de Interclubes

Vou juntar dinheiro pra comprar duas camisetas: uma do Grêmio e outra do Inter. Da próxima vez que um destes times sair pra rua pra comemorar qualquer coisa, eu coloco a do time adversário e saio também, para exercer meu direito de azucrinar.

PS: Eu até compraria as camisetas do Juventude e do Caxias, se os referidos times ganhassem alguma coisa.

sábado, 16 de dezembro de 2006

Ausente? EU???

Aposto que os milhares (ou melhor, 4) visitantes desse blog se perguntam: "Por que Huginn nunca posta nada?". Pois bem, agora lhes dou uma resposta.
Daqui um mês e dois dias eu estarei completando 18 anos, e este blog 1. Para este dia tão especial estou preparando um material extraordinário, nunca visto antes por essas bandas. Estou usando de todas as minhas forças para preparar esse post, por isso não teno comparecido com outras idéias por aqui.
Mas esperem. Não irão se arrepender. Se divirtam adivinhando o que vai ser.
Pode ser que eu apareça por aqui antes disso de novo.





***Bah.... será que alguém vai acreditar nisso?

segunda-feira, 11 de dezembro de 2006

Da série "A Realidade supera a Ficção" (Parte 2)

Menino de 4 anos é acusado de assédio sexual

Administradores de uma escola nos Estados Unidos suspenderam um menino de 4 anos por "contato inapropriado com professora" depois que a criança abraçou a mulher. A carta enviada pela escola do distrito de La Vega aos pais do estudante do jardim da infância afirma que o garoto se envolveu em "comportamento inapropriado interpretado como contato ou assédio sexual" ao abraçar a professora e "esfregou seu rosto no peito da funcionária" em 10 de novembro.

Eu não sei ao certo, mas posso apostar que a professora assediada é uma solteirona de 50 anos, que não vê macho pela frente à 10, e para suprir suas necessidades sexuais fantasia que seus aluninhos sentem-se atraídos sexualmente por ela.

Questões Mui Suspeitas de um Simulado

Acabei com todas as questões de biologia do dia. Lá vai post.
Estava fazendo meu simulado de literatura no cursinho bem tranquilamente, quando me reparo com a seguinte questão:

28) Assinale a alternativa correta referente ao romance Quincas Borba, de machado de Assis:

a) Apesar de assediar constantemente Sofia, Carlos Maria não conseguiu seduzi-la, mas seduz Rubião com quem tem um célebre caso amoroso.

Li a alternativa, e só de susto, reli e li novamente. Estranho. Pensei comigo mesmo “Quem será que elaborou essa questão?”.

Continuei a prova. E tomo outro susto:

50) Considere as seguintes afirmações sobre o romance “O Arquipélago”, de Erico Verissimo.

II. Roque Bandeira, o Tio Bicho, participa ativamente dos debates que se travam no Sobrado ao longo do capítulo “Reunião de Família”, sua postura é impulsiva e sedutora, o que o faz ter um célebre caso amoroso com Floriano Cambará.

Clodovil deputado e esse cara elaborando nossas provas de literatura. Estou ficando preocupado.

quinta-feira, 7 de dezembro de 2006

Adeus, Ensino Médio!

Uhul! Acabou o sufoco. Agora uma fase acabou, outra se inicia... e blá, blá, blá. Grande bosta, acabou a escola! Férias agora, e ano que vem é Curso Sequencial de Fotografia. Vou ter mais tempo pra postar...
E vou contar um segredo...
Assim, o quarto onde fica o computador é minha sala de estudos... aí durante o ano todo eu dizia que vinha estudar... E NA VERDADE FICAVA NO MSN! E PASSEI MESMO ASSIM! VIRAM SÓ? DO MEU JEITO FUNCIONA!! HAHA!

Agora vem a dúvida... será que ano que vem vou dizer "ano passado eu era feliz e não sabia"?

quarta-feira, 6 de dezembro de 2006

Aviso aos Navegantes

É minha gente, não vou fazer nenhuma atualização nos próximos 30 dias ou mais, já que eu preciso estudar pro vestibular da UFRGS, e a coisa tá chegando num momento crítico: ou eu estudo agora com todo meu espírito, ou é melhor eu pensar no vestiba de 2008. Se algum de vocês quiser falar comigo, não estarei no MSN nem no Orkut. Nem na internet, a propósito.


É isso. Volto quando eu tiver a Zero Hora com meu nome impresso.

segunda-feira, 4 de dezembro de 2006

A Arte da Sinuca



















Jogada de Mestre é outra coisa.

sexta-feira, 1 de dezembro de 2006

Da série "Orkut a ver com as calças"

Recebi o seguinte scrap hoje, de LINKS PATROCINADOS (esse é o nome do perfil que me mandou):

Galera, babadão. Um casal de colegas da faculdade, cairam na besteira de filmar e tirar fotos das suas transas. A porra toda vazou na internet e fizeram um site totalmente dedicado às aventuras deles, Coitada!!! acesse gratuitamente agora mesmo

Pode parecer que não, mas é um bom sinal: os golpistas do Orkut estão finalmente se importando com o português. É um sinal dos novos tempos.

Adeu, Midiway!

Sim, desde ontem temos um postador a menos. Na verdade fazem menos que não o temos, já que ele posta ainda menos que eu. Achei que seu problema podia ser tempo para postar (entre estudos e Warcraft fica difícil), mas descartei essa possibilidade quando ele deixou mensagens para o Andarilho nos rascunhos do arquivo do blog. Se ele tinha tempo para escrever besteiras, por que não escreveu alguma que pudesse postar? Por isso agora o Roqueiro e Alcoólatra tem apenas dois postadores.

Adeus, Midiway. Você estará em nossas memórias. Aliás, você vai na minha festa de formatura?




P.S.: viu? eu também posto Xp

quinta-feira, 30 de novembro de 2006

Da série "A Realidade supera a Ficção"

Conselheira notificada por imparcialidade com frutas

O Departamento Jurídico do Conselho de Middlesbrough (Inglaterra) notificou por escrito a conselheira Joan McTigue que receber frutas poderia ter posto em dúvida sua imparcialidade. A conselheira independente recebeu os "presentes" durante três visitas oficiais em locais para possíveis obras governamentais, inclusive em uma onde ela admirou-se de uma pereira.

A conselheira, eleita em 2003, admite ter sido ofertada com uma pêra, quatro maçãs e duas mudas de planta, durante algumas visitas oficiais.

(...)

“Eu fiquei admirada da Pereira e das maças, e então me ofereceram as frutas, e o mais educado a se fazer era aceitá-las.”

“Eles acham que eu posso ser comprada por uma pêra e quatro maçãs?” disse a conselheira.

Ela ainda disse se lhe oferecerem frutas ou mudas no futuro durante uma visita oficial, ela irá pedir ao presidente do Comitê que decida se ela deve aceitar o presente ou não.

Na carta de notificação, Richard Long, o encarregado do Departamento Jurídico, escreveu: “Tal conduta não é apropriada para membros de uma instituição quase-judicial como o Comitê de Planejamento e Desenvolvimento”.
O porta-voz do Comitê defendeu a carta, dizendo que os conselheiros deveriam evitar a menor sugestão de parcialidade.

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Eu fico pensando o que seria dessa mulher se tivessem oferecido uma penca de bananas para ela.

terça-feira, 28 de novembro de 2006

Joguinho Viciante

Já jogaram "Lemmings"? Não? Teve infância? Não, né?

Bem, caso você não tenha jogado "Lemmings" quando era pirralho, aqui vai uma chance de ouro pra jogar um jogo melhor ainda agora que é marmanjão: Scribble

O objetivo do jogo é levar o maior número possível dos seus bichinhos até o fim da fase, representado por uma bandeirinha, lançando mão do seu pincel mágico (não me venham com a pergunta "é brocha?") para desviá-los dos perigos pelo caminho certo. Acreditem, é mais difícil do que parece.

sábado, 25 de novembro de 2006

Perdendo a Luta

Acabo de perceber que o subtítulo do nosso blog mudou. O antigo "Todo tipo de merda postada (quase) diariamente!" deu lugar ao novo "Todo tipo de merda postada quando dá na telha".

Ótimo. Finalmente assumimos publicamente nosso descompromisso com nossos leitores e com nós mesmos.

Sinceramente, preferia o subtítulo antigo. Poderia não ser nem de longe verdadeiro, mas servia como um lembrete diário, um ideal a ser alcançado, algo utópico, porém bonito. Até isso abandonamos agora.

Esse blog é pra mim é um símbolo da eterna luta que travamos contra nós travamos contra nossa preguiça, nossa inércia. E hoje, acabamos de perder uma batalha.



Agora, quanto tempo levará para que o "quando dá na telha" vire "a cada morte de bispo"?

quinta-feira, 23 de novembro de 2006

Coisas que eu vou ver na faculdade

Estava eu, a estudar biologia, quando me deparo com uma questão aparentemente simples, que envolvia o conceito de Anemofilia.

Vou para a Wikipedia pesquisar a respeito. Encontrei um artigo, dizendo o seguinte:

Anemofilia ou anemogamia, no sentido botânico, é a polinização por acção portadora do vento.

Nada de mais: era simples, direto e respondia minha pergunta.

Mas então, eu decidi ler o resto do artigo:

No sentido psiquiátrico, a anemofilia é a excitação sexual com vento ou sopro (corrente de ar) nos genitais ou em outra zona erógena.

Nunca mais olharei para um ventilador da mesma maneira. E eu ainda quero ser psicólogo...

segunda-feira, 20 de novembro de 2006

A Lenda do Gnomo Burro (Parte 2)

Lembram dele? Pois é, ele está de volta...

Waldir estava se sentindo meio perdido. Não perdido como de costume (já que ele é bem burro), pois desta vez ele estava flutuando, coisa que ele só fez quando caiu de cabeça do balanço na escola. Do alto, ele podia ver uma mancha de sangue verde no asfalto da BR, e uma besta parada do lado, com seu motorista trocando o pneu. Um pneu sujo de verde. Waldir resolveu ir para sua casa, na verdejante mata de eucaliptos do lado da estrada. Sua cabecinha de bagre não conseguiu assimilar a imagem de seu próprio corpo estraçalhado. Num esforço sobre-humano (ou sobre-gnomico, no caso), Waldir sentou-se e tentou com todas as suas forças racionalizar e entender o que estava acontecendo, entrando em transe, como se tomado por um Exu.

Enquanto ele balançava sua cabecinha de vento para frente e para trás (como o Mr. Abdominal), surgiu uma criatura muito peculiar: um porco com asas. Seu corpo, coberto de cicatrizes, exalava um fedor de cigarro e cerveja, tinha o olho esquerdo coberto por um pano enquanto o olho esquerdo era estrábico. Com toda delicadeza do mundo, o porco chutou a testa de Waldir, que acordou instantaneamente e perguntou:

- Desde quando porco voa?
- Desde quando eu ganhei asas, seu mentecapto.
- Quem é você? Perguntou Waldir
- Meu nome é Jonesildo, e eu vim te buscar, seu abobado!
- Me buscar pra onde? Pra passear no parque?

Jonesildo, por causa de uma ressaca braba, estava sem paciência, e disse logo de uma vez:

- Tu morreu atropelado. Vim te buscar pra te levar pro outro mundo. Por isso tua carcaça tá logo ali, enquanto que tu tá aqui.

- Mas como eu morri? Pergunta mais uma vez o pobre gnomo.
- Café pequeno... Tu foi só ATROPELADO POR UMA TOPIC À 120 KM/H!
- Mas eu fui colher florzinhas...
- Não olhou pros dois lados ao atravessar a estrada, sua besta.
- Eu vou pro inferno por isso?
- Não exatamente... Olha, vem comigo que tu já, já vai saber.
- Para onde nós vamos?
- Já te falei: pro outro mundo. Pro Mundo Espiritual.

Continua...



Qualquer semelhança com “Yu Yu Hakusho” é apenas coincidência. Se vocês gostaram dele, eu continuo escrevendo essa bosteira, caso contrário... eu escrevo sobre moscas esmagadas no para-brisa de um chevette.

domingo, 19 de novembro de 2006

Sorte Orkutiana do Dia (Parte 15)

Sorte de hoje:
Quando chegar o inverno, os céus mandarão chuvas de sucesso para você

Comentários:
Espero que não seja sucesso de granizo.

sábado, 18 de novembro de 2006

Sorte Orkutiana do Dia (Parte 14)

Sorte de hoje:
Você será extremamente bem-sucedido nos negócios

Comentários:
Espero que estes negócios sejam os meus estudos para o Vestibular. Física nunca me pareceu tão complicada.

sexta-feira, 17 de novembro de 2006

Surpresas da Internet

Professores no Canadá podem fumar maconha no trabalho

O uso medicinal da Marijuana deu direito para dois professores a algo que muitos alunos podem apenas sonhar- salas especialmente ventiladas onde eles podem fumar maconha em paz. Os dois, da conceituada Universidade de Toronto e da Universidade de York, sofrem de condições médicas crônicas que alguns médicos dizem que podem ser aliviadas com o consumo da erva. Eles estão entre os 1500 canadenses que conquistaram o direito de usar a droga por problemas de saúde. (...) "Sem a medicação, fico desabilitado e incapaz de realizar trabalhos produtivos e significativos" diz o professor de Criminologia Brian MacLean, da Universidade de York, que padece de uma forma severa de Artrite Degenerativa. (...) O governo cultiva maconha dentro de uma mina de zinco em Flin Flon, na província de Manitoba, e a vende para usuários autorizados à 5 dolares canadenses.

O governo canadense não poderia ter escolhido lugar melhor para sua plantação: Flin Flon é um nome que só maconheiro iria pensar.



Link (em inglês):
http://news.aol.com/strange/story/_a/canadian-professors-can-smoke-pot-at/n20061114133209990015?cid=936

Sorte Orkutiana do Dia (Parte 13)

Sorte de hoje:
Boas notícias chegarão por e-mail

Comentários:
*Abro o Gmail*
Nada.

Não deve ser por acaso que esta é a sorte Número 13.

quarta-feira, 15 de novembro de 2006

Feliz Proclamação da República!

Cadê o desfile de 15 de Novembro?
Não tem? Nunca teve?

Cacete. E era pra ser uma data importante.
Bom, foi importante para a minha mãe, já que eu aproveitei o feriado e organizei meu quarto.

terça-feira, 14 de novembro de 2006

Mario em Vice City

Pra quem já jogou Mario e GTA, esse é o vídeo.

segunda-feira, 13 de novembro de 2006

Curiosidades e Números do Vestibular 2007 da UFRGS

Curso mais concorrido (em todos os sentidos):
Medicina - 5079 candidatos para 140 vagas (densidade de 36,28 por vaga)

Segundo curso mais concorrido (em número de candidatos):
Administração, noturno - 1634 candidatos para 160 vagas (densidade de 10,21 por vaga)

Segundo curso mais concorrido (por densidade):
Psicologia - 942 candidatos para 40 vagas (densidade de 23,55 por vaga)

Curso menos concorrido (em números de candidatos) e com menor número de vagas:
Licenciatura em Teatro - 68, para 15 vagas (densidade de 4,53 por vaga)

Curso menos concorrido (por densidade):
Música - 73 candidatos para 50 vagas (densidade de 1,46 por vaga)

Curso com o maior número de vagas:
Engenharia Civil - 150 vagas, para 786 candidatos (densidade de 5,24 por vaga)

Cursos com o número mais bizarro de candidatos:
Ciências Econômicas e Bacharelado em Educação Física - 666 candidatos (Mais um motivo para considerar economistas e professores de Educação Física criaturas do inferno)




Fonte: http://www.ufrgs.br/coperse/index.htm

domingo, 12 de novembro de 2006

Uma pergunta insistente

Sou vestibulando. Me inscrevi para o concurso vestibular 2007 para o curso de Psicologia, na Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Eu e mais 941. Calculando por alto, dá mais de 23 candidatos por vaga. Fica óbvio que, se eu quiser passar, eu preciso estudar muito.

E é o que estou fazendo, resolvendo exercícios de simulados e provas anteriores da UFRGS. Mas estou tendo problemas. Acabo de ver pela frente um exercício sobre polímeros, e me dei conta de que não sei absolutamente nada sobre este assunto. Por que? Por que só tive uma aula a respeito deste assunto, no penúltimo dia de aula do meu último ano de Ensino Médio.

Fiquei pensando por que tive apenas uma aula sobre um assunto tão importante (importante o bastante para cair no Vestibular) de maneira tão precária? Me lembrei então da minha professora de Matemática falando como antigamente ela dispunha de 5 aulas semanais, ao invés das atuais 3. Imagino que isto tenha ocorrido com as disciplinas de Química, Física e Biologia. Mas qual seria o motivo deste encolhimento súbito?

Simples. Para termos aulas de Artes, Filosofia e Religião.

Agora eu penso: de que me adianta todos aqueles trabalhos escrotos com argila, ou repintando aquela coisa horrível que é a "Guernica" (é horrível, ponto. Só é considerado uma obra de arte por que foi o Ticasso quem pintou) para o Vestibular?

Quem souber a resposta, por favor, deixe um comentário.

sábado, 11 de novembro de 2006

O nosso problema

Faz tempo que não escrevo nada por aqui. A minha última atualização foi em 27 de outubro. Apesar de ter sido um excelente texto, ainda assim não foi bom o bastante para garantir-me 15 dias de folga. Mas de qualquer forma, não tenho nada para falar.

É, estou sem assunto. O problema do nosso blog é que seus assuntos e interesses (interésses, como diria o Brizola) são muito vagos. É, o nome "Roqueiro & Alcoólatra" é bem claro, mas até agora, não me lembro de nenhum post nosso falando sobre rock, álcool ou sobre os dois. O nosso subtítulo também não ajuda muito: "Todo tipo de merda postada (quase) diariamente!" Todo tipo de merda? Merda de vaca ou merda de ganso? Ou todas mesmo, inclusive de pato e cachorro?

Somos versáteis. Até demais. Temos posts falando sobre renúncia, liberdade de expressão, coragem, bolinhos de carne, desenhos em banheiros públicos e chocolate Batom (pra ficar com os textos mais recentes). Parece até uma loja de departamentos! "Artigos femininos no segundo andar, brinquedos no terceiro andar e Hortifrutigranjeiros no quarto".

Não sei até que ponto esta flexibilidade de assuntos é benéfica para nós. Como dizem os americanos "Jack of All trades, master of none". Em português, usando uma tradução livre , ficaria "Pau para toda obra, nunca mestre de obra". Versatilidade é uma coisa boa, desde que você se torne mestre em algo. Até agora, não encontramos o nosso algo.

Este blog é como um barco à deriva, indo para qualquer lado que o vento sopre e a maré empurre. Nosso maior problema não é a falta de qualidade dos textos, ou ausência de público, mas nossa indecisão. Não somos capazes de decidir nem mesmo quando iremos atualizar o blog, nem com o quê.

Quando superamos esta indecisão, nos tornaremos realmente bons. Mas até lá, fiquemos com os bolinhos de carne.

quinta-feira, 9 de novembro de 2006

Power Bolinhos!

Local: Restaurante Universitário
Hora: do almoço
Assunto: um mundo onde bolinhos fritos fossem heróis contra a vilã nação dos vegetais.

A equipe dos Power Bolinhos é formada por:
Bolinho de Frango
Bolinho de Carne
Bolinho de Presunto
Bolinho de Queijo
Bolinho de Palmito (palmito vem de uma planta, sim, mas depois de submetido ao tratamento na piscina de banha, ele se tornou um Power Bolinho)

E como não pode faltar num equipe estilo Super Sentai, existe o Bolinho de Chocolate; um bolinho misterioso que aparece misteriosamente de maneira misteriosa, misteriosamente salva a equipe de um perigo eminente e vai embora numa nuvem de mistério.

Todos eles são regidos pela Grande Bomba de Creme, que nunca sai da Torta de Brigadeiro, o "centro de poder" dos bolinhos.

Eles se dirigem a qualquer destino desejado na Torta Fria, um veículo potente e muito resistente, graças à grossas camadas de maionese em sua superfície. Em momentos críticos, a Torta Fria se transforma no poderoso Bolo Zord.

Os Bolinhos combatem o Tio Brócolis, que tenta deixar saudáveis as pessoas do mundo. Ele usa dois exércitos para espalhar o caos: um Exército de Azeitonas, que aitra pedaços de pimentão, e um Exército de Milhos Kamikaze (o fato de eles serem suicídas é irônico, já que, no final, eles sempre saem inteiros). Para combater diretamente os Bolinhos, ele criou sua própria equipe: a Equipe Mato, formada por:
O Palmito (tem um richa pessoal com o Bolinho de Palmito por ser um desertor)
O Alface
A Cenoura
A Ervilha
O Tomate

E tem também a Couve, que misteriosamente apareceu para balancear as equipes, após o surgimento do Bolinho de Chocolate.





Bom, aí está a idéia inicial. Se algum dia surgir algum idéia nova eu continuo essa baboseira.
Créditos à galera que tava no RU quando isso tudo foi bolado.

sexta-feira, 27 de outubro de 2006

Não compre Batom

Nas últimas semanas tem passado na televisão uma propagando do Batom, o chocolate da Garoto. Nela se vê crianças de aparentemente menos de dez anos em um acampamento. Um garoto se mostra interessado em uma garota, mas não tem chance contra o garoto que oferece um batom para ela. No dia seguinte, há um novo casalzinho no acampamento, e a parte XY da dupla se gaba para o macho perdedor, até que este sai de sua barraca com meia dúzia de meninas. Alguém contou o número de absurdos na propaganda?

1º absurdo: crianças sozinhas, à noite, no meio do amto perto do fogo. Segurança 1000.
2º absurdo: a menina escolhe o carinha que lhe dá um presente, no caso um chocolate. Isso mostra que desde pequenos os seres humanos são cindicionads a ceitar alguns valores, como o de que mulheres podem ser compradas.
3º absurdo: no dia seguinte, o garotinho que tinha ficado sozinho já arranjou não uma, mas seis substitutas para sua tentatuva anterior. Isso mostra como nem sentimento a criança tinha, já que adotou e aprimorou a técnica de seu inimigo para se mostrar melhor.
4 º absurdo: o gurizinho sai de sua barraca com as seis garotas. O que sabemos é que ele deu chocolates a elas para conquistá-las, e depois foram para dentro da barraca, fazendo uma mais do que superliminar alusão a sexo grupal. Usando crianças de nove anos.


Moral do post: faça o contrário do que diz a publicidade; NÃO COMPRE BATOM.

O Texto que Encarna a Verdadeira, Suprema e Absoluta Justiça

Vi agora mesmo uma reportagem no "Jornal Nacional" a respeito de crimes virtuais. Para os experts no assunto, o maior problema da internet brasileira são os sites de cunho racista, em especial os de ideologia nazista.
E eles estão certos. Todo e qualquer tipo de opinião racista deve ser suprimida, pois pode ofender e traumatizar os negros, os judeus ou até mesmos os Emos. É justo e correto.
E neste espírito, em nome de Minerva, proponho que toda e qualquer opinião política seja proibida. Afinal, podemos ofender os nossos adversários. Também, toda e qualquer propaganda anti-tabagista seja abolida, pois os donos dos carteis de tabaco se sintam mal, e nunca mais se recuperem. O mesmo também é valido para opiniões emitidas sobre empresas que poluem, traficantes de drogas, homicídas e fabricantes dos pirulitos dos Cavaleiros do Zodíaco.
Proponho, que toda e qualquer forma de expressão de sentimentos e opiniões seja banida: chega de garotas mal-intencionadas darem chutes na bunda de meninos puros e inocentes; nunca mais trocarão deboches torcedores de times de futebol diferentes (aliás, vamos acabar com o futebol também, em nome das mães dos árbitros).
Em fim, proponho ao Congresso Nacional que considere crime, passível de pena de morte, abrir a boca no Brasil.
Foda-se a liberdade de expressão.
PS: Quem não souber o significado da palavra "Ironia" que fique longe daqui.

quinta-feira, 26 de outubro de 2006

Sem fichas por um tempo...

Ta aí a imagem mencionada do post anterior.






Quer fichas? Te fodeu, a máquina tá...




Coitado do Manuel...

terça-feira, 24 de outubro de 2006

...

Eu tenho no meu celular uma foto bem bacana pra postar aqui, mas não to conseguindo passa-la pro pc. Então fico sem postar nada, mesmo. Na real, isso é um pouco mais que nada...

Kung Fu Fighting

Geralmente eu não copio o conteúdo de outros sites e blogs, mas esse vídeo vai ser uma excessão. Eu fico pensando se esses caras, se pelo menos UM deles pratica alguma arte marcial, ou se todos eles tentam imitar o Jackie Chan.

segunda-feira, 23 de outubro de 2006

Sorte Orkutiana do Dia (Parte 12)

Sorte de hoje:
Os seus talentos serão reconhecidos e devidamente recompensados

Comentários:
Vou ganhar no Toto Bola!

sábado, 21 de outubro de 2006

quinta-feira, 19 de outubro de 2006

Dever e Renúncia

Vi hoje no cinema "As Torres Gêmeas", que conta a história de dois policiais portuários, que foram convocados a evacuar os prédios, porém acabaram soterrados sob toneladas de escombros.

O filme, ao contrário do que possa se pensar, não fala de ódio religioso, intolerância ou fanatismo, mas de dor, sofrimento e união, assuntos muito mais importantes e emocionantes.

Me admirei com o senso de dever de todos os bombeiros, policiais e paramédicos que entraram nos edifícios atingidos para salvar outros, apesar de saberem de todos os riscos envolvidos. E mesmo depois que as torres caíram, policiais, soldados e bombeiros de todas as partes do país vieram ajudar na tarefa de resgatar os sobreviventes do atentado, como os policiais do estado do Wisconsin (dá-lhe Cheeseheads!).

A cena mais bonita do filme, a que mais valeu a pena, foi um diálogo entre os dois policiais presos nos escombros. O sargento, interpretado por Nicholas Cage, se perguntava por que eles tinham ido até lá, apenas para ficarem presos, verem seus outros companheiros morrerem e darem mais trabalho do que ajudarem. O outro policial disse que este era o dever deles, e que nem ele, nem aqueles que morreram poderiam viver em paz sabendo que deixaram inocentes morrerem, sem ao menos arriscarem tudo em nome do dever. Eles viviam pelos outros.

Esta é a mensagem do filme: viver pelos outros, abandonando a nossa personalidade, como o Fuzileiro que, ao dizer seu nome mais curto, disse apenas sua patente militar.

segunda-feira, 16 de outubro de 2006

Sorte Orkutiana do Dia (Parte 11)

Sorte de hoje:
Você escapará por um triz de um problema sério

Comentários:
Atualizei o blog. Não serei mais linchado em praça pública.

quarta-feira, 11 de outubro de 2006

Nota aos Visitantes

Fazem 7 dias desde a última atualização do blog. Tendo isto em mente, gostaria de deixar claro para vossas senhorias que vai levar mais 7 até a próxima atualização.

Obrigado, tenham um bom dia.

quarta-feira, 4 de outubro de 2006

O Grande Mistério

Tem aparecido nos scrapbooks do Orkut de muita gente o seguinte spam:

O Vídeo da Cicarelli em cenas quentissimas com seu namorado está dando o que falar na internet! Agora já está rolando um Vídeo com cenas mais quentes ainda em uma praia meio "DESERTA"!! Confira já -->

agora, a pergunta que não quer calar: por que a palavra "deserta" aparece entre aspas e em letras maiúsculas?

terça-feira, 3 de outubro de 2006

Adeus para um amigo desconhecido

Este final de semana, acredito que sábado dia 30 de setembro, morreu, em um acidente de carro, Gustavo Reis. Não fiquei sabendo da notícia imediatamente, pois estava em Porto Alegre, participando de um acampamento, e quando cheguei em casa, fui informado apenas de um grave acidente.

Não imaginava que a dor da perda de Gustavo estivesse tão perto de mim.

Ao entrar no MSN, vi que Huginn tinha posto uma mensagem de luto em seu nickname, e outro amigo meu tinha feito o mesmo. A princípio, pensei que algum roqueiro importante havia morrido. E era justamente isto. O roqueiro Gustavo, a quem eu conheci por "Ruivo".

Não posso dizer que o Ruivo era meu amigo, pois só vi ele uma vez em minha vida, numa festa na casa do meu parceiro de blog. Cara alto, simpático, irreverente, esse Ruivo. Apesar de ter notado estas características suas, não posso realmente dizer como ele era. Deixo isto ao encargo de quem realmente conviveu com ele, e sabe do que fala. Posso dizer, com toda a certeza, de que só percebemos como alguém é importante para nós quando a perdemos para sempre, não importa quanto tempo a amamos, pois o coração não lembra da data e da hora em que ficamos amigos, mas quanto nossa amizade cresceu desde então.

Sei que para mim é fácil dizer isto, e sei que Huginn, Midiway, Seif e toda os Ten Dudes estão amargurados, mas peço, em nome do Ruivo que não chorem mais. Não chorem mais, não por que lágrimas são ruins, mas por que apesar dos pesares, nós continuamos neste mundo, e cabe a nós continuar o que os que partiram começaram. Agora é a hora de termos coragem, e de assumir todas as qualidades de quem se foi, e lutarmos pelo o que é certo.

Ruivo, quem te conheceu sentirá tua falta, e quem não te conheceu, sentirá falta da oportunidade ter conhecido.

segunda-feira, 2 de outubro de 2006

O sangue deixado para trás

Um de meus técnicos de atletismo nos Estados Unidos disse uma vez que não se importava em ficar em último lugar numa competição importante, se ele tivesse feito o seu melhor. O que realmente importa é o esforço, a dedicação, a persistência. A vitória é apenas um subproduto superestimado.

Participei de uma competição escoteira este fim de semana, como monitor (líder) de uma patrulha (time). Ficamos em 24º lugar de 30 equipes. Foi um fiasco. Não por termos ficado em posição tão fraca, mas pela falta de espírito de trabalho e união que imperou entre nós.

Ao que tudo indicava, meus patrulheiros estavam tão ou mais empolgados, e que iriam se dedicar com todas as suas forças para vencer. Nada mais falso. O que eles desejavam era uma “vitória fácil”, erguer o troféu e viver um momento de glória sem terem se esforçado para isto. Diversas vezes preferiram satisfazer prazeres pessoais em detrimento das necessidades da equipe. Fiquei com a sensação de ter falhado como líder, pois não consegui motivar meus comandados a lutarem por uma verdadeira vitória. E mesmo assim, no final da atividade, na entrega dos prêmios, eles ainda esperavam ganhar algo, como se tivéssemos merecido algo. Senti uma grande ra

Levar uma taça para casa não é a verdadeira vitória. Pelo contrário. A vitória está em sofrer, lutar, chorar e nunca desistir, por mais doloroso que a jornada seja. A verdadeira vitória é, no fim do dia, ver as mãos vermelhas e calosas por remar com muito empenho; sentir as bolhas nos pés doerem por ter corrido demais; passar emplasto nas costas por ter carregado uma mochila pesada demais; é olhar para trás e ver que, ganhando ou não, se lutou de verdade até o final, como os verdadeiros heróis fazem.

Coloquei “vitória fácil” entre aspas não por acaso, mas por ser um paradoxo. Uma vitória é sofrida, lutada, conquistada a ferro e fogo, ou não será verdadeira. Qual seria a satisfação de ganhar sem esforço? Levantar uma taça que foi roubada e não conquistada? Seria uma vitória vazia, sem significado. O empenho é que valida a vitória, e não o contrário. Apenas se deixarmos nosso sangue no tortuoso caminho ao topo, nada terá valido a pena, e teremos apenas desperdiçado nosso tempo.

terça-feira, 26 de setembro de 2006

Um breve resumo da minha longa e rica carreira militar

Dia 26 de setembro de 2006. Desde antes de eu ir para os Estados Unidos, este dia estava marcado como o dia em que eu me alistaria no Exército Brasileiro.

Hoje foi o dia.

Me apresentei às 7 da manhã, na sede do Terceiro Grupo de Artilharia Anti Aérea, o Terceiro GAAAe, pois a pátria requeria meu sacrifício.

Desde que me conheço por gente, um dos assuntos mais comuns entre homens brasileiros é o serviço militar: os que já passaram pela experiência falam como foi duro e sofrido ser soldado raso ou ser aluno do NPOR (Núcleo Preparatório de Oficiais da Reserva); os que ainda estão para passar por esta experiência, falam sobre como escapar da vida de quartel, ou como suportá-la. Comigo não foi diferente, e várias vezes já discuti com meus amigos sobre os métodos obscuros de seleção dos soldados, a qualidade do equipamento militar (caindo de podre), a vontade e os meios de não servir ou como seguir carreira.

As opiniões divergem: uns querem servir e seguir carreira, outros tem aversão a tudo que seja oriundo do exército. Já tive as duas opiniões. Hoje de manhã, só queria ir para o quartel, me apresentar e ficar livre de uma vez por todas do terror de ser peão (nome para "soldado raso" em miliquês).

Descreverei meu caminho pelo quartel em etapas:

Primeira Fase: A Entrada
Cheguei no quartel, exatamente às 7 horas da manhã, e entreguei meu certificado de alistamento para um soldado que estava ali por perto. A pontualidade provou ser uma desvantagem. De cara, tive que entrar em uma fila e esperar os atrasados, para daí então passar pelos exames de fato. Depois que todos os candidatos chegaram (pelo menos a maioria), nos levaram até o ginásio da base, onde todo um esquema tinha sido preparado para nos receber e nos selecionar.

Segunda Fase: O Paciente Inglês
No ginásio, um capitão ("com grande satisfação") nos explicou sobre a lógica do processo de seleção, que no fim não me pareceu tão abstrata como dizia a lenda: quem tivesse estudado até o Segundo Ano do Segundo Grau concorreria a uma vaga como soldado raso, e quem tivesse cursado ou ainda estivesse cursando o Terceiro Ano do Segundo Grau ou alguma faculdade, seria candidato para aluno do NPOR. "Menos mau" pensei "pelo menos me fodo com honras como oficial". A procura por médicos, dentistas e veterinários parece ser grande, pois perguntaram com bastante ênfase se algum de nós alistandos cursava alguma destas faculdades. A seleção não consiste apenas de escolaridade, contudo. Antes de mais nada, faríamos um exame odontológico, e logo em seguida, um exame médico, ambos muito breves. Depois disto, tiraríamos nossas medidas corporais como peso e altura, para fins de registro. Em seguida, nos passaríam uma prova, provavelmente para confirmar que sabíamos ler e escrever, e logo após, uma entrevista cara a cara com um oficial ou sargento. No final, aqueles que cursam ou cursaram o Segundo Grau faríam mais uma prova, de conhecimentos gerais ("Qual é a capital do Burkina Fasso?" e merdas do gênero).
Depois que o capitão terminou sua breve explicação, começamos a ser chamados para mostrarmos algum documento como carteira de identidade ou certidão de nascimento, e com isso, comprovarmos que realmente nos apresentamos no dia marcado, para então fazermos o exame médico.
Durante a nossa espera, foi nos concedido o privilégio de assistirmos uma fita de propaganda das Forças Armadas do Brasil. Tirando o propagandismo descarado, eram interessantes.

Terceira Fase: O Efêmero Exame
Fui chamado para fazer os exames médico e dental. Claro que tive que esperar novamente, pois sempre iamos em grupos de 10 para o exame. Uma dentista (e única mulher que vi fardada) analisou a nossa saúde bucal, na consulta odontológica mais rápida da minha vida: 10 segundos. O exame médico foi um pouco diferente. Cada candidato ficou em um box, de pé, e um médico (ou pelo menos um enfermeiro) falou pessoalmente por 30 segundos com cada um de nós (foi um aumento de 300% no tempo da consulta). Mostrei alguns exames para este suposto médico. Ele leu algumas linhas, e escreveu algo no crachá que eu estava usando. Quando nos chamaram para o próximo teste, eu e alguns outros ficamos para trás, e fomos imediatamente mandados de volta para as cadeiras da espera. Fui dispensado.

Quarta Fase: A Longa Espera
Fui dispensado, mas continuava dentro do quartel, com a diferença que agora eu não tinha esperança de fazer mais nada a não ser esperar. Essa espera foi o verdadeiro teste de resistência: agüentar 3 horas sentado, olhando pela terceira vez os vídeos de propaganda das Forças Armadas. Rebobinaram a fita e passaram a fita de novo 3 vezes. Acho que o Exército estava nos testando, para ver se seríamos bons espiões e informantes, que não revelariam nenhuma informação relevante sob tortura. Acho que me saí bem, pois não me joguei no chão implorando pela minha mãe depois de ver o mesmo filme sobre a Escola de Sargentos do PQP. Foi duro, mas eu sobrevivi.

Quinta Fase: Quebrando a monotonia
Depois de horas infindáveis, o capitão teve pena de nós CDIs (dispensados do serviço militar) e nos deu uma folga, pois nos foi permitido sair do quartel para pagarmos na agência dos Correios uma taxa de documentação que ainda não entendi porque tivemos que sair para pagar... mas não importa! Pude sair daquele ginásio quente, e pude olhar para... para... bem, qualquer coisa era mais agradável que aqueles vídeos naquela altura do campeonato.

Sexta Fase: Quase um "Sieg Hail!"
Mas faltava uma coisa ainda: o juramento à bandeira, e eu não poderia sair do quartel. Fomos para o lado de fora do ginásio junto com um tenente, que ficou nos falando sobre levar nossa escova de dentes e mamadeira para algum lugar caso fossemos convocados para serviços extraordinários e outras besteiras. Mas isso não importa agora. Ele nos ensinou duas coisas (supostamente) importantes: as posições de ordem unida para o juramento e o juramento à bandeira. Ele ficou bradando "SENTIDO!" e "DESCANÇAR!" por uns 10 minutos. Já conhecia a rotina dos escoteiros. O que aprendi de novo foi o "POSIÇÃO!" para saudar a bandeira. A primeira coisa que pensei quando ele nos mostrou como deveríamos fazer foi "Mas só falta um 'Sieg Hail' aqui pra virar quartel nazista".
O Juramento em si é um caso a parte. Tivemos que ficar treinando o que tinhamos que dizer, com o tenente nos chamando de bichinhas por falarmos baixo demais ou fora de ordem. Demorou, mas foi.

Sétima Fase: A Carta de Alforria
Feito o juramento, recebemos o que me disseram ser a minha "Carta de Alforria": o documento de reservista. Eu sou um reservista do Exército Brasileiro agora! Não é supimpa?

E assim, termina minha carreira militar. Pena que me dispensaram. Com toda a experiência que tenho em jogos de estratégia, eu seria um ótimo general.

segunda-feira, 25 de setembro de 2006

Sorte Orkutiana do Dia (Parte 10)

Sorte de hoje:
Você é o mestre das situações

Comentários:
Toquem a Marcha Imperial e me chamem de "Imperador".

domingo, 24 de setembro de 2006

Para quem foi meu colega na Sexta Série

Nananana
Nananananana
Nananana

SIN JÁ!

Huginn: Não dá vontade de chorar ao lembrar esta linda melodia?

Todas as outras pessoas: Se você leu este post e não entendeu, não se preocupe: isto é normal, e vai continuar deste modo, sem entender merda nenhuma.

Sorte Orkutiana do Dia (Parte 9)

Sorte de hoje:
A sociedade prepara o crime, o criminoso o comete

Comentários:
Por essa lógica, deveríamos prender toda a sociedade e inocentar os deputados sanguessugas.
Droga. Esse comentário ficou sério demais.

Pensando bem, ficou ilógico. Que merda.

terça-feira, 19 de setembro de 2006

Autocrítica

Incrível como toda vez que releio um texto meu acho que ele esteja uma merda.

segunda-feira, 18 de setembro de 2006

Negação de Texto

Ultimamente, o "R&A" tem sido deixado de lado por nós, seus donos e postadores. Tanto eu quanto Huginn temos sofrido de bloqueios mentais, e não conseguimos pensar em nada interessante para escrever. Quanto ao Midiway, não sei nem porque ainda perco meu tempo considerando os motivos para seu sumiço total e completo do blog (ele deve estar muito ocupado olhando sites pornôs para seu trabalho, que deve ser manual).

É triste não ter absolutamente nenhuma idéia legal para fazer um texto. É frustrante começar a escrever uma tese, e 5 minutos depois parar, pois o poço de criatividade secou. Dentre os 3, eu sou o mais inclinado a fazer este tipo de coisa: começar a escrever apaixonadamente, e parar no segundo parágrafo. Todos os meus rascunhos no blogger são assim (com a exceção de um).

Este texto não é um texto. É na verdade apenas algo que emendei com cuspe para tapar a lacuna da falta de atualização (de qualidade) deste blog. É apenas enchimento de lingüiça. E como aquele político alemão famoso disse uma vez, "se você gosta de leis e lingüiças, você não deve saber como elas são feitas". A mesma coisa vale para este blog: não queira compreender nosso sistema de criação. Especialmente posts como este.

Até a próxima, quando eu pensar em algo bom para escrever.

sexta-feira, 15 de setembro de 2006

Eu odeio o Blogger

É isso aí. Site do cacete.